A segunda geração do BYD Dolphin Mini foi apresentada na China. Não são todos os detalhes revelados ainda, mas algumas informações importantes sobre o modelo foram anunciadas após diversos flagras e especulações. O modelo também é conhecido como Great Seagull, por estar acima da antiga geração em porte – e não se sabe se, de alguma forma, o antigo Dolphin Mini será mantido como opção de entrada.
A primeira grande diferença está justamente nas medidas. O hatch agora tem 4,20 metros de comprimento, 1,81 m de largura e 1,57 m de altura, enquanto o modelo vendido no Brasil tem 3,78 m, 1,71 m e 1,58 m, respectivamente. As novas medidas visam combater o crescimento do Geely EX2, que se tornou uma pedra no sapato da BYD na China.

A maior prova vem do entre-eixos, que saiu de 2,50 m para 2,65 m, a mesma distância do EX2. Ainda não temos a medida do porta-malas, mas o Dolphin Mini ganhou um porta-malas dianteiro (frunk), portanto, terá mais espaço para bagagens independentemente da capacidade da porta traseira.
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Isso foi possível graças a mudança do local de montagem do motor elétrico, que agora é traseiro. O Dolphin Mini está mais potente, são 129 cv contra 75 cv do modelo vendido no Brasil. A marca ainda não divulgou o torque mas, tendo como base as comparações de potência entre o BYD e o Geely, que entrega 15,3 kgfm, é possível estimar que o Dolphin Mini se aproxime dos 20 kgfm.
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Junto com a realocação do motor elétrico, a BYD trocou a suspensão de eixo de torção na traseira para arquitetura independente multilink. O Dolphin Mini agora recebe pneus 205/60 R16, o que é consideravelmente maior que o 175/55 R16 atual.
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Visualmente, o novo Dolphin Mini preserva boa parte da identidade do atual modelo, especialmente quando visto de lado, que deixa claro também o crescimento do hatch. Além de faróis mais afilados e novo desenho do para-choque, a principal diferença fica para a traseira, que abandona as lanternas interligadas.
Continua após a publicidadeO interior ostenta um novo volante de apenas dois raios, mas não tem quadro de instrumentos logo acima. Assim como o Volvo EX30, as informações necessárias para a condução se concentrarão na central multimídia, que está consideravelmente maior na nova geração.

Ainda não há detalhes sobre tamanho da bateria e se o Dolphin Mini de nova geração será compatível com o sistema de recarga rápida. Outro item presente é o LiDAR sobre o teto, o que indica a presença de pacote ADAS com nível dois ou superior.
