O BYD Atto 2 GS chega ao mercado brasileiro como a versão topo de linha do SUV da marca chinesa. Ele tem 197 cv de potência, autonomia elétrica de 73 km e preço sugerido de R$ 169.990. O modelo usa um conjunto híbrido plug-in flex e registra consumo de 18,8 km/l na estrada. Com isso, a BYD quer enfrentar os SUVs compactos a combustão que dominam o segmento.
Conjunto híbrido plug-in flex
O Atto 2 GS combina um motor a combustão com propulsão elétrica. A bateria pode ser recarregada na tomada, o que permite rodar no modo elétrico. A autonomia nesse modo é de 73 km.
O motor a combustão aceita gasolina ou etanol. Na prática, o motorista pode:
- recarregar a bateria na tomada;
- rodar no modo elétrico;
- abastecer o motor a combustão com gasolina ou etanol.
O consumo de 18,8 km/l na estrada é um dos dados que a BYD usa para mostrar a eficiência do conjunto. A potência declarada para esta versão é de 197 cv.
Disputa com os SUVs compactos tradicionais
A proposta do Atto 2 GS é disputar espaço com os SUVs compactos a combustão. Entre os rivais citados estão o Chevrolet Tracker, o Hyundai Creta e o Volkswagen T-Cross. São modelos já consolidados entre os compradores brasileiros do segmento.
Para competir com eles, o SUV da BYD aposta na eletrificação. O preço sugerido de R$ 169.990 coloca a versão GS nessa briga, com a oferta de um sistema que permite usar eletricidade, gasolina ou etanol.
Eletrificação como argumento de venda
O fato de o motor a combustão ser flex é um ponto relevante para o consumidor brasileiro. O etanol é uma alternativa de abastecimento comum no país, e aqui ele convive com a possibilidade de recarga na tomada. O motorista não depende só da bateria nem só do combustível.
A combinação de autonomia elétrica, motor flex e consumo de 18,8 km/l na estrada sustenta a estratégia da BYD de levar a eletrificação a uma faixa de mercado dominada por modelos a combustão.
O que muda para o mercado brasileiro
A chegada do Atto 2 GS reforça a aposta da BYD em modelos eletrificados adaptados ao Brasil, com o etanol como parte da proposta. Com o preço sugerido de R$ 169.990, o SUV passa a ser mais uma opção para quem pesquisa Tracker, Creta ou T-Cross e considera um modelo com recarga na tomada. A aceitação do público dirá se o conjunto híbrido plug-in flex consegue ganhar espaço entre os SUVs compactos tradicionais.
