O diesel B S10 chegou a um preço médio de R$ 7,35 por litro no Brasil, valor R$ 0,80 superior ao da gasolina comum, vendida em média por R$ 6,55. Os números são da pesquisa nacional da ANP realizada entre 27 de setembro e 3 de outubro de 2026 e mostram que o combustível que movimenta o transporte de cargas e boa parte da frota pesada ficou mais caro que o de uso mais comum nos carros de passeio.
Os preços médios na bomba
De acordo com a pesquisa da ANP, o litro do diesel B S10 custa, em média, R$ 7,35. A gasolina comum aparece com média de R$ 6,55 por litro. A diferença entre os dois combustíveis é de R$ 0,80, com o diesel acima da gasolina.
- Diesel B S10: R$ 7,35 por litro
- Gasolina comum: R$ 6,55 por litro
- Diferença: R$ 0,80 a favor da gasolina
Os valores são médias nacionais apurada pela agência no período de 27 de setembro a 3 de outubro de 2026, e não necessariamente o preço encontrado em cada posto.
A velocidade da alta chama atenção
Mais do que o patamar atual, o que se destaca é o ritmo de aumento. Em 12 meses, o diesel B S10 acumulou alta de 21,29%, o que equivale a 21,3% em valor arredondado. No mesmo intervalo, a gasolina comum subiu 5,65%.
Ou seja, o avanço do diesel foi bem superior ao da gasolina no período analisado. Foi essa diferença de velocidade que levou o diesel a ultrapassar o preço do combustível concorrente e abrir a distância de R$ 0,80 registrada na pesquisa.
O que os números indicam
A comparação entre as duas altas ajuda a entender o cenário: enquanto a gasolina comum teve elevação de 5,65% em um ano, o diesel B S10 avançou 21,29%. O resultado é um diesel que, na média nacional, passou a ser mais caro que a gasolina comum nos postos pesquisados pela ANP.
Vale lembrar que se trata de médias nacionais. Os preços podem variar conforme o posto e a região, e quem depende do combustível deve conferir o valor praticado no local de abastecimento.
Para o mercado brasileiro, o dado mostra que o diesel B S10 se tornou mais caro que a gasolina comum em um intervalo de apenas 12 meses, com alta de 21,3% contra 5,65%. É um indicador que merece acompanhamento de quem usa o combustível no dia a dia, nas próximas pesquisas semanais da ANP.
