O argentino Stefano Marconi Sgroi, apontado como o dono do QI mais alto da Argentina, está desenvolvendo a maquete de um carro próprio inspirado no Volkswagen Fusca. Segundo ele, o projeto terá carroceria feita inteiramente de fibra de carbono e motor traseiro, posicionado assim para equilibrar o peso do veículo. A estimativa do menino é concluir o trabalho em dez meses.
O projeto inspirado no Fusca
Morador de La Plata, na província de Buenos Aires, Stefano contou os planos ao canal LN+, do jornal argentino La Nación, quando tinha 9 anos. Nascido em setembro de 2016, ele completou 10 anos no mês passado.
Fã de carros e do piloto argentino de Fórmula 1 Franco Colapinto, o menino disse que a ideia de construir um veículo próprio o acompanha desde muito pequeno. Os dois pontos centrais do projeto, segundo ele, são:
- carroceria feita inteiramente de fibra de carbono;
- motor traseiro, posicionado assim para equilibrar o peso do veículo.
Quem é Stefano
Segundo o próprio menino, o desenvolvimento começou cedo: ele afirma que falava aos sete meses e lia aos dois anos. Em julho de 2022, passou por uma avaliação com a psicóloga Patricia Simao, especialista em altas habilidades, que registrou QI de 152, bem acima da média, que fica entre 90 e 100.
Em 2025, a Câmara Municipal de La Plata o declarou Personalidade de Destaque da cidade, citando o coeficiente intelectual como o mais alto do país.
Fora do universo dos carros, Stefano disse gostar de ir à escola para conversar com os amigos, mas afirmou que o ambiente escolar, em geral, o entedia. Entre suas matérias favoritas estão matemática, artes e educação física. Ele também destacou a importância de aprender outro idioma: "Preciso aprender inglês porque é a língua falada no mundo todo". Nas horas livres, prefere jogar basquete e praticar taekwondo.
Gostos e opiniões automotivas
Questionado sobre preferências automotivas, Stefano disse ser grande fã das marcas alemãs. Entre Ford e Chevrolet, escolheu a primeira, por considerá-la mais confiável.
Ele também opinou sobre a disputa entre carros elétricos e a combustão. Para o menino, os elétricos poluem mais por causa da extração de lítio, podem explodir em caso de batida e têm baterias que duram de cinco a dez anos. Vale ressaltar que essas afirmações contrariam a maior parte dos estudos sobre o tema. Análises de ciclo de vida, como as da Agência Internacional de Energia, indicam que os elétricos emitem menos que os carros a combustão ao longo de toda a vida útil na maioria dos mercados.
Para o mercado brasileiro, onde o Fusca ocupa lugar afetivo na história do automóvel, a história de Stefano é uma curiosidade que mostra como o modelo da Volkswagen segue inspirando novas gerações, inclusive fora do país. Por ora, trata-se de uma maquete e de planos declarados pelo próprio menino, que estimou dez meses para concluir o trabalho.
