terça-feira, 21 de julho de 2026

Reviews e Testes

Primeiras impressões: aceleramos o novo BMW X5 M de 575 cv em Interlagos

O novo BMW X5 M está confirmado para chegar ao Brasil até fevereiro do ano que vem, mas o Carsale já acelerou a versão mais potente do SUV em um (literalmente) rápido teste-drive no Autódromo de Interlagos, em São Paulo – com direito a uma fina garoa que deixou a pista um pouco escorregadia, aumentando o desafio de domar o jipão de mais de duas toneladas no icônico circuito paulistano.

O X5 M nada mais é que a versão mais nervosa do primeiro SUV da história da marca (a primeira geração estreou em 1999). Para carregar o emblema da divisão de alto desempenho Motorsport (criada em 1972 para desenvolver carros de corrida), o X5 passou por uma série de transformações, que vão desde o visual mais invocado, passando pelo interior com detalhes em fibra de carbono e chegando ao motorzão V8 biturbo. Por fora, o jipão exibe para-choques mais agressivos, rodas de liga leve de 21 polegadas e retrovisores inspirados nos espelhos do M3 E93 da década de 1990.

Segundo os dados de fábrica, o grandalhão de 2.350 quilos atinge os 100 km/h em apenas 4,2 segundos e a velocidade máxima de 280 km/h (limitada eletronicamente) graças aos 575 cv de potência (entre 6.000 e 6.500 rpm) e os 76,4 kgfm de torque (de 2.200 a 5.000 rpm) gerados pelo V8 de 4.4 litros biturbo movido a gasolina.Além de contar com duas turbinas de fluxo cruzado e duplo comando variável de válvulas com acionamento elétrico, o propulsor é dotado do sistema que otimiza a queima da mistura ar-combustível resfriando as câmaras de combustão com água. O líquido, que fica armazenado em um reservatório de cinco litros no porta-malas, é nebulizado nas paredes das câmaras para reduzir a temperatura em até 20%.

Logo na saídas dos boxes foi possível sentir a força do V8 e chegar ao ponto de frenagem da Reta Oposta de Interlagos a quase 180 km/h. O X5 M surpreendeu ao contornar a primeira perna da Curva do Lago com quase a mesma desenvoltura do cupê M240i guiado anteriormente. Apesar do porte e do 1,71 metro de altura, o SUV rola pouco nas curvas e quase não balança nas mudanças bruscas de direção por conta da suspensão que sofreu mudanças importantes em relação às versões “civis”. As barras estabilizadoras são maiores, enquanto algumas peças sofreram alívio de peso e os amortecedores adaptam a altura e a rigidez do …
Ler mais

O post Primeiras impressões: aceleramos o novo BMW X5 M de 575 cv em Interlagos apareceu primeiro em Carsale.

Primeiras impressões: novo Land Rover Discovery desbrava a Amazônia com luxo e valentia

O Land Rover Discovery estreou em 1989 combinando a valentia do rústico Defender com o conforto de carro de passeio do refinado Range Rover. Quase três décadas depois do lançamento, a terceira geração do SUV chega importada da Inglaterra com muita tecnologia embarcada e visual inspirado no Evoque, porém sem perder a boa capacidade off-road. Com esses atributos, o Discovery tenta atrair os potenciais clientes de utilitários esportivos grandes de luxo, como os alemães Audi Q7, BMW X5 e Mercedes-Benz GLE, além do sueco Volvo XC90. O Carsale testou o jipão em uma expedição organizada pela Land Rover no interior do Estado do Pará e conta em detalhes como ele se comporta longe do asfalto.

Dieta em alumínio Apesar do desenho alinhado à atual identidade da Land Rover, o Discovery manteve algumas características das gerações anteriores. As largas colunas “C” e a placa traseira em posição assimétrica são algumas das marcas registradas preservadas em meio ao visual mais arredondado e dos faróis e lanternas espichados.

Além do visual quadradão, o Discovery também deixou no passado a estrutura de chassi e longarina para adotar um monobloco quase todo feito em alumínio (85%), que reduziu o peso total em expressivos 480 kg. Aços de alta resistência são utilizados apenas nas portas e nas colunas “C” para resistir a impactos laterais. Essa construção mais refinada conferiu ao Discovery níveis de ruído e vibração tão baixos quanto os dos (ainda mais) luxuosos Range Rover Sport e Vogue.Luxo e conforto na lama O uso de uma estrutura em alumínio também permitiu à Land Rover acrescentar alguns centímetros às medidas do Discovery para ampliar o espaço da cabine. Medindo 15 cm a mais de comprimento e 4 cm extras na distância entre-eixos, o SUV realmente acomoda sete pessoas sem aperto. Dá até para levar dois adultos de estatura mediana nos bancos retráteis no porta-malas se o trajeto não for muito longo. Já os que viajam na segunda fileira podem comandar a temperatura do ar-condicionado com duas zonas de resfriamento.

É difícil imaginar que alguém vá colocar um carro que pode custar quase R$ 500 mil na lama, mas se for inevitável encarar uma estrada de terra mais castigada, o Discovery tem a capacidade de deixar o passeio agradável e até divertido. Os recursos tecnológicos voltados para o fora-de-estrada e o interior luxuoso tornam a tarefa bem mais agradável para quem não está acostumado com trilhas. A …
Ler mais

O post Primeiras impressões: novo Land Rover Discovery desbrava a Amazônia com luxo e valentia apareceu primeiro em Carsale.

Mercedes-AMG GT R de R$ 1,2 milhão: aceleramos a versão mais insana do esportivo

O Mercedes-AMG GT R é um carro intimidador. Visual marcante, ronco insano e desempenho brutal fazem deste integrante da família AMG GT uma opção tentadora para os brasileiros endinheirados. Tanto é que mais de 10 unidades já estão encomendadas e chegarão ao País a partir de agosto. O detalhe é que cada exemplar desembarcará custando a partir de R$ 1.199.900.

Nosso contato com a fera não poderia ter sido em um momento mais oportuno: no ano em que a divisão esportiva AMG completa meio século de existência. O local? Uma pista de corrida com diversos modelos AMG disponíveis – juntos, somam R$ 10 milhões.

A origem do diabo verde

Sucessor do performático SLS apelidado de “asa de gaivota”, devido as suas com suas portas de abertura vertical, o AMG GT foi apresentado ao mundo em 2014 como o segundo carro desenvolvido pela divisão de alto desempenho da Mercedes-Benz de forma totalmente independente. Dois anos após a sua estreia, surgiram as variantes GT C Roadster e GT R Coupé, ambas já à venda no Brasil – a primeira custa R$ 1.064.90.

Mais leve e potente que a versão GT S na qual se baseia (essa configuração já foi testada pelo Carsale há mais de um ano), a configuração R também é equipada com o motor 4.0 V8 biturbo com injeção direta de combustível, no entanto, o conjunto foi reajustado para render 585 cv (75 cv a mais) a 6.250 rpm e 71,4 kgfm entre 1.900 e 5.500 giros. Toda essa força é gerenciada pela câmbio de dupla embreagem com sete velocidades.

Você já pode ter lido ou escutado por aí o apelido do AMG GT R: “a besta do inferno verde”. Isso porque o esportivo foi desenvolvido a partir de testes realizados no autódromo alemão de Nürburgring, considerado um dos circuitos mais desafiadores do mundo e chamado popularmente de “Inferno Verde” por estar cercado de mata. Não por acaso, a marca da estrela de três pontas também decidiu homenagear o traçado e batizou a cor exclusiva de lançamento de “AMG green hell magno”.

Acelerando na pista

Ao dar a partida, o “vê-oitão” do AMG GT R saúda o motorista com um ronco grave, capaz de intimidar quem está por perto. Ao se acomodar no banco esportivo que fica próximo do chão, o motorista se vê cercado de tecnologia e conforto. A cabine é uma mescla de requinte e esportividade. São necessários alguns minutos para se …
Ler mais

O post Mercedes-AMG GT R de R$ 1,2 milhão: aceleramos a versão mais insana do esportivo apareceu primeiro em Carsale.

ACELERAMOS: MERCEDES-AMG E 63 S 4Matic+ E AMG GT R NO BRASIL

ACELERAMOS: MERCEDES-AMG E 63 S 4Matic+ E AMG GT R NO BRASIL

A AMG, marca de alta performance da Mercedes-Benz, está celebrando 50 anos. Tudo começou quando os engenheiros da Daimler-Benz Hans Werner Aufrecht e Erhard Melcher, responsáveis pela preparação dos emblemáticos 300 SE até os anos 1960, tornaram-se independentes e fundaram seu próprio Centro de Engenharia, que, a partir de 1 de junho de 1967, passou […]

The post ACELERAMOS: MERCEDES-AMG E 63 S 4Matic+ E AMG GT R NO BRASIL appeared first on Autopolis Portal.

Primeiras impressões: Fiat Argo Drive 1.0 tem fôlego para encarar Onix e HB20?

Quando publicamos há algumas semanas as primeiras impressões das versões Drive 1.3 GSR e HGT 1.8 (manual e automática) do Fiat Argo, muitos leitores do Carsale questionaram se a configuração de entrada Drive 1.0 de três cilindros não teria o consumo e o desempenho comprometidos por conta do maior peso que o motor Firefly de três cilindros tem de empurrar em relação aos irmãos menores Mobi e Uno. Para sanar essas dúvidas (ou parte delas), a Fiat convidou a imprensa especializada para um rápido teste-drive do Argo Drive 1.0 pelas ruas de São Paulo.Herdado dos pequeninos Mobi e Uno, o propulsor não sofreu alterações para equipar o Argo. O 1.0 de seis válvulas (duas por cilindro) gera 72 cv de potência com gasolina e 77 cv quando abastecido com etanol. O torque máximo de 10,4 kgfm e 10,9 kgfm, na ordem, é disponibilizado entre 3.250 e 4.250 rpm, mas a Fiat diz que o motor entrega 80% dessa força a 2.500 rpm para proporcionar respostas mais ágeis no uso urbano – condição em que 70% dos compactos com motorização de 1.0 litro são majoritariamente utilizados, segundo a fabricante.Ao volante do Argo Drive 1.0, o motorista encontra a boa posição de dirigir (não tão elevada como a do Chevrolet Onix e nem tão baixa quanto no Hyundai HB20) e a ergonomia correta das demais versões. A condução do hatch na cidade é facilitada pela direção elétrica levinha (que nesta versão não possui a função City que alivia o peso da assistência em manobras), mas poderia ser melhor se a alavanca do câmbio manual de cinco marchas tivesse a mesma precisão das variantes 1.3 e 1.8 avaliadas anteriormente. Fora isso, o Argo 1.0 é agradável de dirigir e anda bem no trânsito urbano (mesmo pesando cerca de 100 kg a mais que os principais concorrentes), contrariando os questionamentos feitos na época do lançamento.

De acordo com os dados de fábrica, o compacto acelera de 0 a 100 km/h em 14,4 segundos e atinge os 157 km/h de velocidade máxima com gasolina. Com etanol, a aceleração é um segundo mais rápida e a velocidade final chega aos 162 km/h.No rápido contato que tivemos com o modelo, constatamos que o desempenho é condizente para a proposta de um carro 1.0, aparentemente mais esperto que o Onix e um pouco abaixo do HB20. O câmbio (que possui diferencial mais curto que nas versões 1.3 e 1.8) aproveita …
Ler mais

O post Primeiras impressões: Fiat Argo Drive 1.0 tem fôlego para encarar Onix e HB20? apareceu primeiro em Carsale.

Teste drive da linha Volkswagen em SP

📋 ResumoA Volkswagen está promovendo uma ação especial para os consumidores brasileiros em São Paulo. Até o final de 2026, a marca irá oferecer a…