terça-feira, 21 de julho de 2026

Reviews e Testes

Renault Captur recebe quatro estrelas em teste de colisão do Latin NCAP

Fabricado no Brasil, o Renault Captur foi o protagonista dos novos testes de colisão realizados pelo Latin NCAP, programa de avaliação de segurança de veículos novos para a América Latina e Caribe. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (7).

O utilitário esportivo da marca Renault obteve quatro estrelas nos nos itens proteção do ocupante adulto e três estrelas para o ocupante infantil (confira o teste no vídeo abaixo). A nota máxima é de cinco estrelas.

De acordo com a entidade, o bom desempenho dos cintos de segurança e dos pré-tensionadores, junto com os airbags e um bom desempenho estrutural, explica o resultado de quatro estrelas para a proteção dos ocupantes adultos.

O Captur é equipado de série com Controle Eletrônico de Estabilidade (ESC), quatro airbags (dois frontais e dois laterais de tipo cabeça-tórax). ancoragens ISOFIX, interruptor para desativar o airbag do passageiro e instalar o Sistema de Retenção Infantil (SRI) olhando para trás no banco da frente.

Fotos: Divulgação

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Primeiras impressões: Fiat Argo Drive 1.3/GSR eleva o patamar dos compactos

O Fiat Argo chega para substituir de uma só vez as versões mais caras do Palio e o Punto para competir em diferentes faixas de preços dentro do segmento de compactos. Com o novo modelo, a marca italiana pretende aumentar o seu volume de produção e, consequentemente, retomar a liderança do mercado brasileiro como fabricante. Durante o evento de lançamento do Argo, avaliamos as versões Drive 1.3 manual e Drive 1.3 GSR que, segundo a Fiat, serão as mais procuradas pelos compradores do hatch; confira as primeiras impressões.

O Argo Drive 1.3 parte de R$ 53.800 equipado de série com ar-condicionado, direção elétrica, vidros dianteiros e travas com acionamento elétrico, sistema start-stop, painel de instrumentos com tela de 3,5 polegadas, central multimídia Uconnect com tela sensível ao toque de 7”, volante multifuncional, chave canivete, sistema de monitoramento dos pneus e rodas aro 14 com calotas. Para a segurança dos ocupantes, ele traz os obrigatórios airbags frontais e freios com ABS e EBD, além do banco traseiro com Isofix para a ancoragem de cadeirinhas infantis, cintos de três pontos e encostos de cabeça para todos os passageiros.

A Fiat pede R$ 58.900 pelo Argo Drive 1.3 com o câmbio automatizado GSR, mas acrescenta os controles eletrônicos de estabilidade e tração, piloto automático, assistente de partida em rampas. De série nesta versão, os vidros traseiros elétricos e os retrovisores com ajuste elétrico e rebatimento do espelho são oferecidos como opcionais do Kit Convenience (R$ 1.200) no Argo Drive 1.3 manual.O hatch pode receber outros equipamentos disponíveis em pacotes cobrados à parte. O Kit Stile de R$ 1.900 adiciona os faróis de neblina e as rodas de liga leve de 15 polegadas calçadas em pneus 185/60 R15, enquanto os sensores de estacionamento traseiro e a câmera de ré fazem parte do Kit Parking (R$ 1.200).

Para bater o Chevrolet Onix e o Hyundai HB20, os atuais líderes do mercado, o Argo tenta seduzir o consumidor com o visual que mescla o estilo do Tipo europeu com as linhas esportivas do Alfa Romeo Giulietta. Embora a Fiat faça questão de destacar a “alma italiana” no desenho do hatch, é fácil notar alguma influência, ainda que mínima, de carros de marcas alemãs no Argo.Já a cabine, com acabamento acima da média para o segmento, também parece ter bebido da mesma fonte de inspiração dos germânicos. A semelhança do painel com o interior do Mercedes-Benz Classe …
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Aceleramos o Fiat Argo HGT 1.8; veja os detalhes de todas as versões

Depois de muitos flagras e informações (muitas delas desencontradas) divulgados na internet nos últimos dias, o Fiat Argo foi apresentado oficialmente em São Paulo na noite desta terça-feira (30), mas a marca deixou para revelar os preços da novidade nesta quarta-feira (31). Com o novo hatch, a Fiat espera renovar a sua imagem na América Latina (um dos mercados emergentes para os quais o Argo foi desenvolvido) e brigar pelas primeiras posições do segmento de compactos para retomar a liderança do mercado brasileiro.

Com a meta de vender cerca de 6 mil unidades do Argo por mês em 2017, a Fiat definiu que as versões Drive 1.0 e 1.3 (75% do mix de vendas) entram no lugar das configurações 1.4 e 1.6 do Palio para concorrer com as variantes mais comercializadas de Chevrolet Onix, Hyundai HB20 e Ford Ka. Já a intermediária Precision e a topo de linha HGT com motorização 1.8 (15% e 10% do mix, respectivamente) substituem toda a linha Punto.

Em termos de estilo, a Fiat diz que o Argo resgata a “alma italiana” apesar das semelhanças com o Mobi e até mesmo hatches de outras marcas – alguns detalhes da dianteira remetem ao Volkswagen Gol, enquanto o formato das lanternas parece ter sido inspirado no conjunto do Hyundai HB20. O interior do Argo difere bastante do que estamos acostumado a ver nos carros da Fiat. Exceto pelo quadro de instrumentos idêntico ao da Toro e do Jeep Renegade, o desenho do volante, as saídas triplas do ar-condicionado e a tela da central multimídia suspensa são muito parecidos com os do Mercedes-Benz Classe A.

O Argo utiliza a nova plataforma MP1, construída com aços de alta resistência, que permite modularidade (ela pode ser esticada para o uso em outros modelos no futuro) e o compartilhamento de tecnologias e componentes com outros carros da FCA (a arquitetura elétrica é a mesma do Jeep Compass), como sistema start-stop, ar-condicionado digital, controles de estabilidade e tração e o câmbio automático de seis marchas usado nas versões flex da Toro e dos SUVs Renegade e Compass.Medindo 4 metros de comprimento, o Argo é 6 centímetros mais curto que o Punto, mas supera o antecessor em 1 cm na distância entre-eixos e 7 cm na largura. A nova arquitetura conferiu ao Argo uma cabine mais ampla que a de Punto, Onix e HB20, com espaço suficiente para levar quatro adultos com quase a mesma desenvoltura do …
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Onix reprova em teste de colisão lateral e reacende polêmica sobre segurança de nacionais

Onix reprova em teste de colisão lateral e reacende polêmica sobre parâmetros de avaliação

O Chevrolet Onix foi reprovado em teste de colisão lateral realizado pelo Latin NCAP. Na proteção para adultos, o modelo zerou na pontuação de estrelas atribuída pelo órgão (que vai até cinco), enquanto, na proteção para crianças, a nota foi três. O hatch “mostrou um desempenho pobre, já que o teste de impacto lateral evidenciou […]

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Audi A3 Sedan 2.0 Ambition 2017: preços, vídeo – avaliação

O Audi A3 Sedan Ambition é a versão topo de linha com sedã médio premium fabricado em São José dos Pinhais, e chega nesta linha 2017 com facelift externo, interior com painel digital e mantém o motor quatro cilindros 2.0 TFSI de 220 cavalos associado à transmissão S-Tronic de 6 marchas.

Audi A3 Sedan Ambition 2017

O modelo tem preço sugerido na versão básica de R$ 159.160 reais, mas nessa versão básica não há um dos principais atrativos do A3 Sedan Ambition, que é o Virtual Cockpit.
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Primeiras impressões do Honda WR-V: veja como anda o “primo” do Fit

Fitão, Fit Bombado, CrossFit, Fit Twist e tantos outros. Alcunhas não faltam ao inédito Honda WR-V, modelo baseado no monovolume Fit.

E por falar nele, não é segredo que o Fit sempre fez sucesso no Brasil, tanto no segmento de zero quilômetro, como no mercado de usados. Esse fato associado à boa fama da Honda, devem garantir o sucesso do WR-V, monovolume que a marca japonesa insiste em rotular como SUV compacto.

A estratégia usada é clara: suspensão um pouco mais elevada, linhas mais robustas e novo nome para tentar emplacar entre os utilitários compactos – único segmento a seguir crescendo na crise do mercado nacional.

Conforme adiantamos na matéria de apresentação do WR-V, a Honda oferece apenas duas versões: EX e EXL, com preços tabelados em R$ 79.400 e R$ 83.400, respectivamente. A estratégia de preços é não atrapalhar as vendas da dupla Fit e HR-V – o primeiro custa entre R$ 57.700 e R$ 78.900, enquanto o segundo têm preços entre R$ 79.900 e R$ 105.900.

Sob o capô está o conhecido motor 1.5 16V i-VTEC, que gera até 116 cv de potência e 15,23 kgfm de torque com etanol, que trabalha em conjunto com o câmbio automático do tipo CVT.

O WR-V traz várias virtudes, entre elas a confiabilidade dos carros japoneses, a excelente solução para transporte de cargas e o bom espaço interno, que ainda recebeu mais 2,5 cm para os ocupantes do banco traseiro.

No entanto, o WR-V está longe de ser somente um Fit mais alto e com adereços plásticos. A Honda faz questão de ressaltar que a suspensão é nova e mais firme, o que contribui para filtrar melhor as imperfeições do solo e ainda garante mais firmeza na hora de contornar as curvas. A direção está ligeiramente mais direta.

Já o câmbio CVT recebeu programação diferenciada no inédito modelo, mas ainda faz o giro do motor subir demasiadamente quando é necessária uma aceleração mais ríspida.

A lista de equipamentos é boa (veja abaixo), sendo que as duas opções de configurações são bem recheadas, mas devem controles eletrônicos de tração e estabilidade, por exemplo. O grande problema, como em diversos modelos nacionais, está no preço.

É difícil imaginar que o consumidor não prefira levar para a casa modelos maiores (e até mais equipados) de outras marcas, como os recém-lançados Renault Captur, Chevrolet Tracker e Nissan Kicks ou até mesmo SUVs mais veteranos, como Ford EcoSport. Mas …
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