A cidade de São Paulo passou a fiscalizar a circulação de bicicletas elétricas, ciclomotores, patinetes elétricos e outros equipamentos de mobilidade individual. Desde o dia 13 de outubro de 2026, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), com apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM), autua condutores que desrespeitam as regras de circulação. Em determinadas infrações, as multas podem chegar a R$ 130,16.
Quem fiscaliza e quem está na mira
A ação é conduzida pela CET, órgão responsável pela engenharia de tráfego na capital paulista, e conta com o reforço da GCM. A fiscalização não se limita a um único tipo de veículo. Ela alcança diferentes equipamentos de mobilidade individual:
- bicicletas elétricas;
- ciclomotores;
- patinetes elétricos;
- outros equipamentos de mobilidade individual.
Quem desrespeitar as regras de circulação pode ser autuado. A CET e a GCM passaram a aplicar as autuações a partir do dia 13 de outubro.
O valor das multas
O valor máximo citado para as penalidades é de R$ 130,16, aplicável a determinadas infrações. Isso indica que nem toda irregularidade resulta na multa mais alta, e que o valor depende do tipo de infração cometida. Quem usa esses equipamentos no dia a dia deve ficar atento às regras de circulação em vigor na cidade.
Um exemplo do outro lado do balcão: a Shineray SE2 Retrô
O avanço da fiscalização acontece enquanto a oferta de veículos elétricos urbanos continua a crescer no país. Um exemplo é a Shineray SE2 Retrô, scooter elétrica de visual inspirado em modelos clássicos europeus, que já está à venda no Brasil. O preço sugerido é de R$ 16.990, valor menor que o da Honda Biz 125, que pode passar dos R$ 17 mil em alguns locais do país.
A SE2 Retrô tem motor elétrico de 2.000 W de potência nominal (2,7 cv) e, segundo a fabricante, atinge 60 km/h. A autonomia declarada é de até 60 km por carga, em condições favoráveis de uso. Por causa dessas características, o modelo exige condutor habilitado (ACC ou CNH) e emplacamento junto ao Detran. A informação vale para esse modelo específico e mostra que os equipamentos elétricos não formam um grupo uniforme: cada um tem exigências próprias.
O que isso significa para o mercado brasileiro
A fiscalização na maior cidade do país mostra que a mobilidade elétrica individual deixou de ser um nicho informal e passou a ser acompanhada de perto pelo poder público. Para o consumidor interessado em reduzir gastos com combustível e manutenção, o recado é conhecer as regras antes de escolher e de pôr o equipamento nas ruas. Para o mercado, o endurecimento do controle tende a aumentar a atenção sobre a adequação de cada veículo às exigências de circulação, o que vale tanto para quem usa uma bicicleta elétrica quanto para quem avalia uma scooter elétrica emplacada.
