sábado, 6 de junho de 2026

Reviews e Testes

Teste Drive da Linha Pepper 2018 da VW em Brasília

A Volkswagen do Brasil realiza neste fim de semana, dias 22 e 23 de julho de 2017, o Driving Experience em Brasília, com o lançamento da Linha Pepper 2018, test-drives em estações de demonstração de performance e tecnologia.

O evento ocorre no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson (Srpn Trecho 1), em Brasília (DF), onde o portfólio da marca será exibido em testes práticos, como o que mostramos no vídeo a seguir.
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Primeiras impressões: novo Land Rover Discovery desbrava a Amazônia com luxo e valentia

O Land Rover Discovery estreou em 1989 combinando a valentia do rústico Defender com o conforto de carro de passeio do refinado Range Rover. Quase três décadas depois do lançamento, a terceira geração do SUV chega importada da Inglaterra com muita tecnologia embarcada e visual inspirado no Evoque, porém sem perder a boa capacidade off-road. Com esses atributos, o Discovery tenta atrair os potenciais clientes de utilitários esportivos grandes de luxo, como os alemães Audi Q7, BMW X5 e Mercedes-Benz GLE, além do sueco Volvo XC90. O Carsale testou o jipão em uma expedição organizada pela Land Rover no interior do Estado do Pará e conta em detalhes como ele se comporta longe do asfalto.

Dieta em alumínio Apesar do desenho alinhado à atual identidade da Land Rover, o Discovery manteve algumas características das gerações anteriores. As largas colunas “C” e a placa traseira em posição assimétrica são algumas das marcas registradas preservadas em meio ao visual mais arredondado e dos faróis e lanternas espichados.

Além do visual quadradão, o Discovery também deixou no passado a estrutura de chassi e longarina para adotar um monobloco quase todo feito em alumínio (85%), que reduziu o peso total em expressivos 480 kg. Aços de alta resistência são utilizados apenas nas portas e nas colunas “C” para resistir a impactos laterais. Essa construção mais refinada conferiu ao Discovery níveis de ruído e vibração tão baixos quanto os dos (ainda mais) luxuosos Range Rover Sport e Vogue.Luxo e conforto na lama O uso de uma estrutura em alumínio também permitiu à Land Rover acrescentar alguns centímetros às medidas do Discovery para ampliar o espaço da cabine. Medindo 15 cm a mais de comprimento e 4 cm extras na distância entre-eixos, o SUV realmente acomoda sete pessoas sem aperto. Dá até para levar dois adultos de estatura mediana nos bancos retráteis no porta-malas se o trajeto não for muito longo. Já os que viajam na segunda fileira podem comandar a temperatura do ar-condicionado com duas zonas de resfriamento.

É difícil imaginar que alguém vá colocar um carro que pode custar quase R$ 500 mil na lama, mas se for inevitável encarar uma estrada de terra mais castigada, o Discovery tem a capacidade de deixar o passeio agradável e até divertido. Os recursos tecnológicos voltados para o fora-de-estrada e o interior luxuoso tornam a tarefa bem mais agradável para quem não está acostumado com trilhas. A …
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VW Arteon recebe cinco estrelas no teste do EuroNCAP

O Volkswagen Arteon obteve cinco estrelas na última série de testes de impacto do Euro NCAP – classificação que reconhece não só a proteção dos ocupantes do novo Arteon para adultos e crianças, mas também seus sistemas de assistência ao condutor instalados de série e seu desempenho na área de ‘Proteção para pedestres’. De acordo com a Euro NCAP, o Arteon tornou-se o veículo executivo de pontuação mais alta para a proteção de pedestres já avaliado graças, em parte, à função de frenagem de emergência que também está instalada de série.

Dando-lhe a sua classificação de 5 estrelas, os peritos do Euro NCAP (European New Car Assessment Program) mostraram que consideram o Arteon como uma escolha particularmente segura na sua classe de veículos. Esta performance resulta de sistemas de assistência ao condutor (incluindo a função de frenagem de emergência para proteger os pedestres, montados de série) e um conceito de segurança integrado que, no caso de uma colisão, oferece proteção máxima dos ocupantes com estruturas de carroçarias otimizadas e um cinto de segurança eficaz.
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Mercedes-AMG GT R de R$ 1,2 milhão: aceleramos a versão mais insana do esportivo

O Mercedes-AMG GT R é um carro intimidador. Visual marcante, ronco insano e desempenho brutal fazem deste integrante da família AMG GT uma opção tentadora para os brasileiros endinheirados. Tanto é que mais de 10 unidades já estão encomendadas e chegarão ao País a partir de agosto. O detalhe é que cada exemplar desembarcará custando a partir de R$ 1.199.900.

Nosso contato com a fera não poderia ter sido em um momento mais oportuno: no ano em que a divisão esportiva AMG completa meio século de existência. O local? Uma pista de corrida com diversos modelos AMG disponíveis – juntos, somam R$ 10 milhões.

A origem do diabo verde

Sucessor do performático SLS apelidado de “asa de gaivota”, devido as suas com suas portas de abertura vertical, o AMG GT foi apresentado ao mundo em 2014 como o segundo carro desenvolvido pela divisão de alto desempenho da Mercedes-Benz de forma totalmente independente. Dois anos após a sua estreia, surgiram as variantes GT C Roadster e GT R Coupé, ambas já à venda no Brasil – a primeira custa R$ 1.064.90.

Mais leve e potente que a versão GT S na qual se baseia (essa configuração já foi testada pelo Carsale há mais de um ano), a configuração R também é equipada com o motor 4.0 V8 biturbo com injeção direta de combustível, no entanto, o conjunto foi reajustado para render 585 cv (75 cv a mais) a 6.250 rpm e 71,4 kgfm entre 1.900 e 5.500 giros. Toda essa força é gerenciada pela câmbio de dupla embreagem com sete velocidades.

Você já pode ter lido ou escutado por aí o apelido do AMG GT R: “a besta do inferno verde”. Isso porque o esportivo foi desenvolvido a partir de testes realizados no autódromo alemão de Nürburgring, considerado um dos circuitos mais desafiadores do mundo e chamado popularmente de “Inferno Verde” por estar cercado de mata. Não por acaso, a marca da estrela de três pontas também decidiu homenagear o traçado e batizou a cor exclusiva de lançamento de “AMG green hell magno”.

Acelerando na pista

Ao dar a partida, o “vê-oitão” do AMG GT R saúda o motorista com um ronco grave, capaz de intimidar quem está por perto. Ao se acomodar no banco esportivo que fica próximo do chão, o motorista se vê cercado de tecnologia e conforto. A cabine é uma mescla de requinte e esportividade. São necessários alguns minutos para se …
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ACELERAMOS: MERCEDES-AMG E 63 S 4Matic+ E AMG GT R NO BRASIL

ACELERAMOS: MERCEDES-AMG E 63 S 4Matic+ E AMG GT R NO BRASIL

A AMG, marca de alta performance da Mercedes-Benz, está celebrando 50 anos. Tudo começou quando os engenheiros da Daimler-Benz Hans Werner Aufrecht e Erhard Melcher, responsáveis pela preparação dos emblemáticos 300 SE até os anos 1960, tornaram-se independentes e fundaram seu próprio Centro de Engenharia, que, a partir de 1 de junho de 1967, passou […]

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Primeiras impressões: Fiat Argo Drive 1.0 tem fôlego para encarar Onix e HB20?

Quando publicamos há algumas semanas as primeiras impressões das versões Drive 1.3 GSR e HGT 1.8 (manual e automática) do Fiat Argo, muitos leitores do Carsale questionaram se a configuração de entrada Drive 1.0 de três cilindros não teria o consumo e o desempenho comprometidos por conta do maior peso que o motor Firefly de três cilindros tem de empurrar em relação aos irmãos menores Mobi e Uno. Para sanar essas dúvidas (ou parte delas), a Fiat convidou a imprensa especializada para um rápido teste-drive do Argo Drive 1.0 pelas ruas de São Paulo.Herdado dos pequeninos Mobi e Uno, o propulsor não sofreu alterações para equipar o Argo. O 1.0 de seis válvulas (duas por cilindro) gera 72 cv de potência com gasolina e 77 cv quando abastecido com etanol. O torque máximo de 10,4 kgfm e 10,9 kgfm, na ordem, é disponibilizado entre 3.250 e 4.250 rpm, mas a Fiat diz que o motor entrega 80% dessa força a 2.500 rpm para proporcionar respostas mais ágeis no uso urbano – condição em que 70% dos compactos com motorização de 1.0 litro são majoritariamente utilizados, segundo a fabricante.Ao volante do Argo Drive 1.0, o motorista encontra a boa posição de dirigir (não tão elevada como a do Chevrolet Onix e nem tão baixa quanto no Hyundai HB20) e a ergonomia correta das demais versões. A condução do hatch na cidade é facilitada pela direção elétrica levinha (que nesta versão não possui a função City que alivia o peso da assistência em manobras), mas poderia ser melhor se a alavanca do câmbio manual de cinco marchas tivesse a mesma precisão das variantes 1.3 e 1.8 avaliadas anteriormente. Fora isso, o Argo 1.0 é agradável de dirigir e anda bem no trânsito urbano (mesmo pesando cerca de 100 kg a mais que os principais concorrentes), contrariando os questionamentos feitos na época do lançamento.

De acordo com os dados de fábrica, o compacto acelera de 0 a 100 km/h em 14,4 segundos e atinge os 157 km/h de velocidade máxima com gasolina. Com etanol, a aceleração é um segundo mais rápida e a velocidade final chega aos 162 km/h.No rápido contato que tivemos com o modelo, constatamos que o desempenho é condizente para a proposta de um carro 1.0, aparentemente mais esperto que o Onix e um pouco abaixo do HB20. O câmbio (que possui diferencial mais curto que nas versões 1.3 e 1.8) aproveita …
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