O Toyota Corolla híbrido e o Caoa Chery Tiggo 7 híbrido perderam apenas 4% do valor em um ano no levantamento Melhor Revenda 2026. No mesmo recorte, BYD Song e GWM Haval H6 registraram 16% de desvalorização, enquanto o BYD King chegou a 17%. Os números colocam os dois modelos que lideram o grupo bem à frente dos concorrentes quando o assunto é retenção de valor.
O que mostra o levantamento
O estudo Melhor Revenda 2026 avaliou híbridos de até R$ 350 mil e comparou quanto cada modelo perdeu de valor ao longo de um ano. Nesse recorte, Corolla e Tiggo 7 ficaram no topo do grupo, com desvalorização de apenas 4% cada.
- Toyota Corolla híbrido: 4%
- Caoa Chery Tiggo 7 híbrido: 4%
- BYD Song: 16%
- GWM Haval H6: 16%
- BYD King: 17%
Acima da média da categoria
Entre os híbridos avaliados, a perda média de valor ficou em 11%. Isso significa que Corolla e Tiggo 7 desvalorizaram sete pontos percentuais a menos que a média do grupo. Já Song, H6 e King ficaram acima desse patamar, com perdas entre 16% e 17%, ou seja, de cinco a seis pontos percentuais acima da média.
A distância entre os dois extremos é expressiva: quem comprou um dos modelos que lideram a lista perdeu, na prática, uma fração do que perdeu o dono de um dos três modelos mais desvalorizados citados no levantamento.
Dois perfis diferentes no topo
O resultado reúne dois nomes de origens distintas. De um lado, o Corolla híbrido, da Toyota, marca que atua no mercado brasileiro como líder no segmento de híbridos flex. De outro, o Tiggo 7 híbrido, da Caoa Chery. Ambos dividem a melhor marca do estudo, o que mostra que a retenção de valor entre híbridos não se limita a um único perfil de fabricante.
Na outra ponta, BYD Song, GWM Haval H6 e BYD King aparecem com perdas maiores, o que pesa na conta de quem pensa na revenda do carro.
O que isso significa para o consumidor
Para o comprador brasileiro de híbridos, a desvalorização é um item tão relevante quanto o preço de compra e o consumo. Os dados do Melhor Revenda 2026 indicam que, no recorte de até R$ 350 mil, Corolla e Tiggo 7 híbridos foram os que melhor preservaram valor em um ano, enquanto a média da categoria ficou em 11%. Quem planeja trocar de carro em pouco tempo tem, nesses números, um critério concreto para comparar as opções.
