A Chery atingiu a marca de 20 milhões de veículos produzidos em todo o mundo. O modelo que simboliza esse marco é o Fulwin A9, sedã eletrificado que representa a nova fase tecnológica da empresa, voltada para eletrificação, conectividade e expansão internacional.
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A marca iniciou suas operações como fabricante de automóveis em 1997. Em menos de três décadas a marca se tornou uma das maiores montadoras chinesas. O ritmo de crescimento da marca acelerou nos últimos anos, impulsionado principalmente pelas exportações.
A Chery exporta para mais de 130 países e regiões. Apenas no primeiro semestre de 2026, o grupo exportou mais de 940 mil veículos, seguindo uma tendência de expansão da indústria mandarim.
Tragetória da Chery
A trajetória da empresa também acompanha a evolução da indústria automotiva chinesa. Fundada na cidade de Wuhu, a Chery iniciou sua atuação produzindo veículos compactos voltados ao mercado doméstico. Com o passar dos anos, ampliou sua linha para incluir SUVs, sedãs, híbridos plug-in e elétricos, além de criar novas marcas como Exeed, Jetour, iCar, Omoda e Jaecoo, cada uma destinada a diferentes segmentos e mercados.

No Brasil, a fabricante mantém presença por meio da CAOA Chery, responsável pela produção local de modelos como Tiggo 5X, Tiggo 7 e Tiggo 8, além da comercialização de veículos importados. O mercado brasileiro também deve receber novos produtos globais desenvolvidos pela empresa, acompanhando a ofensiva da marca em eletrificação e tecnologias de assistência à condução.
A conquista dos 20 milhões de unidades ocorre em um momento de forte expansão da indústria chinesa, que amplia sua participação nos principais mercados globais por meio de investimentos em veículos eletrificados, plataformas dedicadas e produção voltada para exportação. Para entender o que o volume corresponde, a Fiat completou 50 anos de operações no Brasil, com 18 milhões de carros produzidos na polo industrial de Betim. A planta mineira é uma das mais produtivas do grupo, responsável por abastecer mercados vizinhos.
