O mercado de duas rodas no Brasil apresenta movimentações interessantes no início de setembro de 2026. Com os dados atualizados até o quinto dia do mês, o ranking das motocicletas mais comercializadas revela um cenário de crescimento para diversos modelos da Honda, enquanto outros segmentos apresentam variações negativas em comparação ao desempenho registrado em agosto.
Liderança e desempenho do Top 5
A Honda CG 160 permanece no topo do ranking nacional. No período analisado, o modelo registrou a venda de 9.227 unidades, o que representa uma leve alta de 0,8% em relação ao mês anterior. Logo em seguida, a Honda Pop 110i ocupa a segunda posição, com 4.748 unidades comercializadas, apresentando um crescimento de 5,5% na comparação com agosto.
O pódio é completado pela Honda Biz, que registrou 4.561 unidades vendidas, com uma expressiva alta de 12,7% frente ao mês anterior. Na quarta colocação, a Honda NXR 160 aparece com 3.299 unidades e um aumento de 6,5% em relação a agosto. Fechando o grupo dos cinco modelos mais vendidos, a Mottu Sport 110i registrou 1.290 emplacamentos, porém com uma queda de 43,5% na comparação com o período anterior.
Movimentações no restante do ranking
Além das cinco primeiras posições, o levantamento mostra variações importantes entre outros modelos populares. A Yamaha YBR 150 registrou 1.243 unidades vendidas, uma redução de 6,7% comparado a agosto, enquanto a Honda XRE 190 apresentou alta de 12,9%, com 941 unidades comercializadas.
Outros destaques no ranking incluem:
- Honda PCX 160: 851 unidades (alta de 5,4%);
- Honda XRE 300: 849 unidades (alta de 24,1%);
- Yamaha Fazer 150: 843 unidades (alta de 3,0%);
- Yamaha XTZ 250: 738 unidades (alta de 7,2%);
- Yamaha Fazer 250: 715 unidades (alta de 4,0%);
- Yamaha Crosser 150: 701 unidades (alta de 5,7%);
- Shineray SHI 125: 672 unidades (queda de 1,8%).
Os dados refletem a dinâmica inicial do mês de setembro para o setor de motocicletas no país, mostrando que a preferência do consumidor segue concentrada em modelos específicos da Honda, com variações de demanda que impactam diretamente o volume de emplacamentos das principais fabricantes.
