Hyundai Elantra Eco 2017: O Modelo Mais Econômico da Linha
The most fuel-efficient Elantra starts at $21,485 (including freight).
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The milestone was achieved 27 years after Mazda kicked off mass production of the original NA chassis.
A série Clássicos do Dia relembra, de segunda a sexta, os carros que fizeram história no Brasil e no mundo.
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Ratan Tata quer conquistar novos mercados. O presidente do grupo bilionário Tata Motors, confirma a ida da versão redesenhada do minicarro Nano nos Estados Unidos em até três anos. O empresário só não explicou como vai vender o veículo, já que não possui concessionárias no país. Segundo Ratan, o modelo ficará mais sofisticado – o Nano americano terá direção hidráulica e controle de tração. O preço também deve aumentar. Mas se manterá abaixo dos US$ 10 mil (cerca de R$ 20 mil).
Para quem não se lembra, o Nano foi lançado em 2009 como o carro mais barato do mundo pelo preço de US$ 2,5 mil (cerca de R$ 5 mil). O modelo foi desenvolvido para a Índia como uma alternativa para as scooters. Com 1,22 m de comprimento, ele é quase dois metros mais curto que um Mini, e tem motor traseiro com 37 cavalos de potência e dois cilindros. Será que há consumidores para um carro assim em um mercado como o norte-americano, onde veículos pequenos como o Fiat 500 ainda encontram seu espaço?
Dia 24 de outubro começa a 27ª edição do Salão do Automóvel de São Paulo, a maior exposição automotiva da América Latina. O evento segue até o dia 4 de novembro no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na zona norte de São Paulo. Em entrevista coletiva à imprensa na manhã desta quarta-feira (17), a organização deu detalhes sobre o evento e ressaltou o crescimento de sua visibilidade no setor automotivo mundial. Isso porque já está confirmada a presença de diversos presidentes mundiais das montadoras bem como o aumento do número de expositores: serão 49 marcas, ante as 42 da última edição, e 500 carros expostos (foram 450 em 2010).
Paulo Octávio Pereira de Almeida, vice-presidente executivo da Reed Exhibitions Alcantara Machado, empresa que promove a mostra, diz que a ideia era manter a participação de todas as marcas de automóveis oficialmente representadas no Brasil e ampliar essa gama.
Mas isso não foi possível e o salão, como se sabe, sofre com as baixas de marcas de luxo, como Ferrari, Maserati e Lamborghini. A explicação para a ausência dada por Ricardo Strumz, diretor financeiro da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), dá a entender que a decisão foi tomada pelas marcas em função da situação atual do mercado de importados e do desinteresse no Brasil: “Eu concordo que essas marcas tem um apelo muito grande. São ícones esportivos, de design, potência e alta tecnologia, um show a parte. Mas, às vezes, o interesse em expor visa ao fechamento de vendas futuras e as decisões passam a ser puramente financeiras, focadas na relação custo-benefício”, explica. É provável que esse também tenha sido o motivo da desistência da Bentley há apenas uma semana do início do evento.
Mas Paulo de Almeida acredita que o Salão não perderá com a ausência dos grandes luxuosos. Especialmente porque, no fim das contas, Ferrari e Maserati estarão presentes, mesmo que em menor número, no estande da Fiat. “Do ponto de vista do visitante, a marca está no evento. A pessoa vai ver o carro”, diz.
As estreias do Salão
Mesmo com esse porém, a Reed ressalta a relevância crescente do evento e do Brasil no mercado mundial, dada a crise europeia e a consequente queda nas vendas de automóveis no continente. Para o representante da organizadora, os destaques este ano são outros. “O próprio mercado, com essa presença de 500 modelos, é um destaque. Além disso, é a primeira vez que a Lexus estará presente, a marca RAM e quatro novas chinesas também chegam. Também tem as surpresas de cada marca, mas essas são guardados a oito chaves”, conta.
De acordo com a Reed, o crescimento em relação à última edição (2010) tanto em tamanho como em atenção ao evento sinalizam sua importância no cenário automotivo. “Os números são pujantes, temos um salão vivo e crescendo. São Paulo está dentro do top 5 de salões do mundo, assim como o Brasil no mercado”, comenta Almeida.
O salão abre as portas pra o público a partir das 14 horas do dia 24. Os dias 22 e 23 de outubro serão dedicados somente para os veículos de comunicação. A cerimônia de abertura será no dia 24, à partir do meio-dia, no Auditório Elis Regina, com presenças (ainda não confirmadas) de autoridades do governo como a presidenta Dilma Rousseff, o governador do estado, Geraldo Alckmin e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
A Ford comemora a respeitável marca de 850 mil unidades produzidas do Ka no Brasil. Os veículos fabricados no país abastecem o mercado nacional e os vizinhos sul-americanos. A marca atribui o alto número de vendas e, principalmente, o posicionamento de mercado, com base na boa relação custo-benefício, como responsáveis pelo volume atingido – com preço inicial de R$ 21.240, o “Kazinho” é o carro mais barato do Brasil na atualidade.
O hatch de entrada da Ford é oferecido hoje na versão 1.0 Rocam, com 73/68 cv (etanol/gasolina), alerta de manutenção programada por tempo ou quilometragem, conta-giros, relógio digital, desligamento automático dos faróis e lanternas, apoios de cabeça dianteiros e traseiros com regulagem de altura, banco traseiro com encosto rebatível, tomada de força 12 V, antena no teto e vidros verdes escurecidos de série.

De acordo com os números oficiais da Ford, o compacto teve 4.945 unidades emplacadas e 27% de participação nas vendas do segmento de carros de entrada em setembro, sendo o líder entre os hatches de duas portas.

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A BMW anunciou quatro lançamentos que prometem dar um diferencial em relação aos concorrentes no mercado de luxo. São edições especiais do crossover X6 e do sedã Série 6. A primeira terá apenas 100 unidades produzidas, enquanto a segunda será ainda mais restrita, com 55 exemplares. A ideia da marca é comercializar os carros no mercado norte-americano apenas.
O X6 ganhará duas versões, xDrive35i e xDrive50i, ambas equipadas com o pacote de performance M, que incluir melhorias para o motor e o desempenho do carro. A versão mais simples teve um acréscimo de 15 cv (de 304 para 319 cv) e 4,15 kgfm de torque, alcançando 45,6 kgfm. Enquanto a 50i ganhou 41 cv de potência (passou de 405 para 446 cv) e os mesmos 4,15 kgfm de torque, mas agora chega a 66,3 kgfm.
Além dos upgrades sob o capô, as novas versões do X6 vem com rodas de 20 polegadas, escapamentos cromados e pintura exclusiva perolada. Por dentro, o crossover conta com bancos esportivos com acabamento em couro e Alcântara, além de detalhes em laranja espalhados pelo banco, piso e painel. Além dos opcionais “tradicionais”, o X6 contará com kits especiais de aquecimento para dias frios e rádio via satélite. A versão 50i terá lanternas de LED e sistema de som Premium. Os preços sugeridos são de US$ 81.695 (cerca de R$ 166 mil) para o xDrive35i e US$ 92.895 (R$ 189 mil), para o xDrive50i.
O sedã Série 6 também ganhou duas versões, mas nenhuma delas teve modificação no motor. Os diferenciais são o design e os itens esportivos, presentes no pacote M Sport. O mais básico é o 650i Coupe, que sai por US$ 99.295 (R$ 202 mil), e o top de linha é o AWD 650i xDrive Coupe, que custa US$ 102.695 (R$ 209 mil). A pintura exclusiva é prateada, com tinta especial chamada Frozen Silver. Além disso, estão inclusos aerofólios, rodas de 20 polegadas, volante esportivo especial da série M e pastilhas de freio, escapamentos e molduras dos espelhos na cor preta. Outros atrativos são a conectividade com smartphones e a tela de controle do computador de bordo da BMW.
Luxo? Esportividade? Nada disso: aqui a ideia é falar sobre os carros reais do Salão do Automóvel. Aqueles que você poderá comprar com o seu suado salário e que serão mais facilmente vistos em nossas ruas. Falamos dos populares que chamam tanta atenção quanto os superesportivos. Só que, ao invés de termos como design, potência e refinamento técnico, a discussão recai sobre outros aspectos, como custo-benefício, economia de combustível e espaço interno.
Confira abaixo as principais presenças dessa categoria no evento. Vale ressaltar que, para essa lista, consideramos os modelos que mudaram recentemente e as novidades que chegarão ao nosso mercado logo após (ou durante) o Salão do Automóvel.

O líder da turma e carro a ser batido no mercado brasileiro mudou de cara recentemente. Ganhou os traços do restante da família Volkswagen e um novo motor 1.0 de sobrenome TEC (sigla para Tecnologia para Economia de Combustível).
Além do novo visual, o carro ganhou alguns equipamentos como vidros dianteiros elétricos, banco do motorista com regulagem de altura, novas palhetas de para-brisa e abertura elétrica do porta-malas.

Se a disputa do mercado de carros populares fosse, na verdade, um campeonato como o UFC, o HB20 seria o desafiante com melhores predicados para desbancar o campeão VW Gol. Primeira aposta da Hyundai no Brasil para o segmento, ele tem boas chances de, no mínimo, incomodar o Volkswagen.
Design, desempenho e uma boa lista de equipamentos são os atrativos do carro desde a sua versão básica. Movida por um motor 1.0 de três cilindros e 80 cavalos, ela tem airbag duplo, direção hidráulica, ar-condicionado, computador de bordo e banco do motorista com ajuste de altura entre outro itens de série.

Envolto em mistério, o novo compacto da Chevrolet tem a missão de substituir o Corsa. Dará as caras, definitivamente, às vésperas do Salão do Automóvel, quando um evento para jornalistas (inclusive de fora do Brasil) revelará o carro em todos os seus detalhes.
O que se sabe até o momento é que o carro terá motores 1.0 e 1.4 e visual que segue a atual identidade da Chevrolet, porém com traços mais próximos dos vistos no Cruze do que aqueles do Cobalt. Entre os equipamentos, destacam-se a central multimídia MyLink e o câmbio de seis marchas nas versões automáticas. O carro será produzido na fábrica de Gravataí, no Rio Grande do Sul.

Mais robusto que o QQ, o Chery Celer faz aparece pela primeira vez no Brasil durante o Salão do Automóvel. O visual do carro é obra do estúdio italiano Torino Design, uma pista de que o carro quer se adaptar ao gosto ocidental.
O motor do modelo será um 1.5 flex e, como é de praxe nos carros chineses, a lista de equipamento de série é farta. Entram na conta airbag duplo, freios ABS, direção hidráulica, vidros e travas elétricos, sistema de som e ar-condicionado. E, tudo isso, com uma garantia de três anos.

O primeiro carro popular da Toyota no Brasil é presença garantida no estande da marca. Alvo de críticas por questões como design e acabamento, o Etios parte para o primeiro corpo-a-corpo com o público brasileiro se apoiando na imagem de qualidade que a Toyota tem país.
São duas versões principais do carro. Uma movida por um motor 1.3 e outra por um 1.5. Enquanto o primeiro rende 90 cavalos de potência, o segundo produz 96,5 cv. Além da versão hatch, o compacto também tem uma carroceria sedã.

A marcha chinesa de maior sucesso no país mostra o subcompacto J2 pela primeira vez no Brasil durante o Salão. Cotado para ser vendido em uma faixa de preço entre R$ 33 e 35 mil, em versão única sem opcionais, ele é definido pela marca como um carro “de imagem”.
A mecânica será a mesma do JAC J3, um motor 1.4 a gasolina de 108 cavalos de potência. A semelhança com o irmão maior também se dá na lista de equipamentos. Ar-condicionado, direção assistida, freios ABS, airbag duplo e garantia de seis anos.
O “super” J3 também segue os passos do irmão menor e debuta no Salão. Mais do que uma versão mais potente do compacto, com visual condizente com os 127 cavalos de potência e 197 km/h de velocidade máxima, ele também é o primeiro carro da marca a ter motor flex, no caso um 1,5 litro.
Cotado para ser vendido em uma faixa de preço entre R$ 39 e 41 mil, ele também tem lista de equipamentos completa e, assim como a versão “civil” do J3, seis anos de garantia.
Salão do Automóvel de São Paulo
Data: de 24 de outubro a 04 de novembro
Horário: 24 de outubro, das 14h às 22h; 25 de outubro a 3 de novembro, das 13h às 22h; 4 de novembro, das 11h às 19h
Ingressos: R$ 40 para o primeiro dia, R$ 50 para os dias de semana e R$ 70 para os finais de semana e feriado de 2 de novembro. Disponívesis em www.salaodoautomovel.com.br
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo (SP)
A Volvo confirmou essa semana que encerrará, em dezembro, a produção do hatch médio C30, um dos carros mais marcantes em design da história da montadora sueca. Lançado em 2007 na Europa, o C30 chegou às lojas brasileiras em abril do mesmo ano, e fez bastante sucesso, tornando-se rapidamente o modelo mais vendido da Volvo no mercado nacional. Suas linhas arrojadas, especialmente na traseira, casaram perfeitamente com a proposta do carro: um hatch-cupê de porte médio e luxuoso, com preço competitivo, na faixa dos R$ 90 mil.
No caso específico do Brasil, o C30 chegou em excelente hora. No fim de 2006, a Audi anunciou o encerramento da produção do A3 nacional, produzido na fábrica da Volkswagen em São José dos Pinhais (PR), sobre a mesma plataforma do (ainda em linha) Golf IV. E com o fim do hatch da marca das argolas, o Volvo encontrou poucos rivais diretos, entre eles BMW Série 1 e Golf GTI – versão mais agressiva do hatch médio da Volks. Em 2010, o C30 recebeu uma reestilização, para acompanhar as mudanças na linguagem visual dos carros da fábrica sueca.


Na época, o C30 não sofreu alterações mecânicas e a versão “de entrada” ficou ainda mais competitiva: com câmbio manual e motor 2.0 a gasolina de 145 cv (o mesmo de Ford Focus e EcoSport), o hatch desembarcou da Bélgica – onde é produzido – por R$ 79.900. Por R$ 110.000, havia a opção T5 (das fotos), equipada com transmissão automática de cinco marchas e o animado motor 2.5 turbo de cinco cilindros e capaz de gerar fortes 230 cv.
Com fim anunciado, o C30 não terá sucessor direto no menu da Volvo. O novíssimo V40, hatch de quatro portas com ares de perua, será a opção de base da montadora. O inédito hatch de luxo, aliás, será a principal atração da fábrica sueca no Salão do Automóvel de São Paulo, entre os dias 24 de outubro e 4 de novembro. Suas vendas no Brasil começam em breve, mas a briga será bem mais acirrada que na época do C30, contra as novas gerações de A3 e Série 1 e do Mercedes-Benz Classe A, que virou hatch.
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