A Audi celebra os 30 anos do A3, modelo de acesso que se tornou um sucesso mundial e teve presença marcante no Brasil. Desde a estreia no Salão do Automóvel de Paris, em 1996, o compacto premium já ultrapassou seis milhões de unidades produzidas e foi fabricado em duas ocasiões diferentes na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná.
Da estreia em Paris à produção no Brasil
A primeira geração do Audi A3 chegou ao mercado em 1996, após a estreia mundial no Salão de Paris. Como o veículo que estabeleceu a classe dos compactos premium, o A3 se manteve relevante por gerações ao longo de décadas.
No início, a linha de modelos internacionais foi produzida na sede da Audi, em Ingolstadt. Em resposta à alta demanda, a produção local na fábrica brasileira de São José dos Pinhais foi adicionada em 1999. Já no início dos anos 2000, a produção do A3 também foi expandida para a fábrica de Győr, operada pela Audi.
No Brasil, o modelo foi feito na primeira e, depois, na terceira geração, tanto na versão hatch quanto na sedã, ambas em São José dos Pinhais.
Variedade de carrocerias e motores
Ao longo de três décadas, o A3 ganhou diferentes carrocerias e configurações em diversos mercados. A linha atual reúne opções para uma ampla gama de clientes:
- carrocerias Sportback, Sedan e allstreet;
- motores a gasolina ou diesel;
- versão híbrida plug-in;
- os esportivos S3 e RS 3.
Compartilhando a plataforma com o VW Golf, o A3 chegou a ter diversas configurações e ainda hoje dispõe de 17 opções diferentes, dependendo do mercado.
Motores do A3, S3 e RS 3
Nas configurações A3 e S3 com motores de quatro cilindros, as opções vão do 1.5 TFSI ao 2.0 TFSI, a gasolina, além do 2.0 TDI a diesel. O 1.6 TDI também já foi usado no modelo. O RS 3, por sua vez, mantém há muito tempo o motor de cinco cilindros em linha 2.5 TFSI, que chegou a 400 cavalos.
O que o aniversário significa para o Brasil
Para o mercado brasileiro, os 30 anos do A3 têm um significado especial: o país foi um dos lugares onde o compacto premium foi produzido, em duas fases distintas, com hatch e sedã saindo das linhas do Paraná. A escala global de mais de seis milhões de unidades e a variedade de carrocerias e motores ajudam a explicar por que o A3 segue como peça central na identidade da marca.
