terça-feira, 21 de abril de 2026

Reviews e Testes

2018 Lincoln Navigator First Look Review

Two years ago, we staged a hotly contested Big Test of the six biggest, most luxurious SUVs on the market. We liked the Lincoln Navigator’s powertrain and all-around utility, but we found the luxury lacking. Regardless of anything else that’s changed since then, we won’t be able to say the same about the all-new 2018 […]

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Audi A3 Sedan 2.0 Ambition 2017: preços, vídeo – avaliação

O Audi A3 Sedan Ambition é a versão topo de linha com sedã médio premium fabricado em São José dos Pinhais, e chega nesta linha 2017 com facelift externo, interior com painel digital e mantém o motor quatro cilindros 2.0 TFSI de 220 cavalos associado à transmissão S-Tronic de 6 marchas.

Audi A3 Sedan Ambition 2017

O modelo tem preço sugerido na versão básica de R$ 159.160 reais, mas nessa versão básica não há um dos principais atrativos do A3 Sedan Ambition, que é o Virtual Cockpit.
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Honda Civic Touring 1.5 Turbo CVT 2017: teste drive – vídeo

O Honda Civic 2017 é vendido no Brasil em quatro versões: Sport, EX, EXL e Touring, sendo esta última, a topo de linha, a única que adota o novo e moderno motor 1.5 Turbo da família Earth Dreams. Neste artigo relatamos as impressões após um test-drive rápido com um exemplar desta configuração cedido para avaliação pela Honda do Brasil.

Novo Honda Civic 2017 Touring

O Honda Civic tem tradicionalmente travado um duelo técnico e de mercado particular com o Toyota Corolla no segmento de sedãs médios – dominado pelos dois japoneses de forma hermética há quase duas décadas. Mas desde 2014, desde que o Corolla da atual geração chegou ao mercado brasileiro, o Civic da geração anterior permaneceu como segundo modelo mais vendido, sem incomodar o conterrâneo, sendo que esta atual geração, a 10ª, não tem o objetivo declarado de lutar pela liderança de mercado do segmento, mas o de oferecer o melhor produto do ponto de vista técnico e de refinamento.
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Golf aos 10.000 km: 1ª revisão e impressões de pós-venda

O Golf 1.6 MSI Automático do nosso teste de longa duração chegou aos 10.000 Km, e o encaminhamos para a primeira revisão. A periodicidade estabelecida é de 1 ano ou 10.000 km, de modo que o carro chegou ao momento de revisão pela quilometragem.

VW Golf 1.6 2016 Flex Automático - revisão

O computador de bordo do Golf começa a avisar sobre a necessidade de revisão com cerca de 1.000 quilômetros antes, e há uma tolerância de 1.000 quilômetros a mais, a partir da qual a garantia se esvai.
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Primeiras impressões do Honda WR-V: veja como anda o “primo” do Fit

Fitão, Fit Bombado, CrossFit, Fit Twist e tantos outros. Alcunhas não faltam ao inédito Honda WR-V, modelo baseado no monovolume Fit.

E por falar nele, não é segredo que o Fit sempre fez sucesso no Brasil, tanto no segmento de zero quilômetro, como no mercado de usados. Esse fato associado à boa fama da Honda, devem garantir o sucesso do WR-V, monovolume que a marca japonesa insiste em rotular como SUV compacto.

A estratégia usada é clara: suspensão um pouco mais elevada, linhas mais robustas e novo nome para tentar emplacar entre os utilitários compactos – único segmento a seguir crescendo na crise do mercado nacional.

Conforme adiantamos na matéria de apresentação do WR-V, a Honda oferece apenas duas versões: EX e EXL, com preços tabelados em R$ 79.400 e R$ 83.400, respectivamente. A estratégia de preços é não atrapalhar as vendas da dupla Fit e HR-V – o primeiro custa entre R$ 57.700 e R$ 78.900, enquanto o segundo têm preços entre R$ 79.900 e R$ 105.900.

Sob o capô está o conhecido motor 1.5 16V i-VTEC, que gera até 116 cv de potência e 15,23 kgfm de torque com etanol, que trabalha em conjunto com o câmbio automático do tipo CVT.

O WR-V traz várias virtudes, entre elas a confiabilidade dos carros japoneses, a excelente solução para transporte de cargas e o bom espaço interno, que ainda recebeu mais 2,5 cm para os ocupantes do banco traseiro.

No entanto, o WR-V está longe de ser somente um Fit mais alto e com adereços plásticos. A Honda faz questão de ressaltar que a suspensão é nova e mais firme, o que contribui para filtrar melhor as imperfeições do solo e ainda garante mais firmeza na hora de contornar as curvas. A direção está ligeiramente mais direta.

Já o câmbio CVT recebeu programação diferenciada no inédito modelo, mas ainda faz o giro do motor subir demasiadamente quando é necessária uma aceleração mais ríspida.

A lista de equipamentos é boa (veja abaixo), sendo que as duas opções de configurações são bem recheadas, mas devem controles eletrônicos de tração e estabilidade, por exemplo. O grande problema, como em diversos modelos nacionais, está no preço.

É difícil imaginar que o consumidor não prefira levar para a casa modelos maiores (e até mais equipados) de outras marcas, como os recém-lançados Renault Captur, Chevrolet Tracker e Nissan Kicks ou até mesmo SUVs mais veteranos, como Ford EcoSport. Mas …
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