segunda-feira, 19 de outubro de 2026

CG 160 Titan 2026 custa só R$ 1.377 a mais que a Yamaha Fazer FZ15 na Tabela Fipe

A Honda CG 160 Titan ABS 2026 aparece por R$ 21.531 na Tabela Fipe de outubro de 2026. A Yamaha FZ15 Fazer Connected ABS, do mesmo ano-modelo, tem referência de R$ 20.154. Com isso, as duas motocicletas street ficam separadas por apenas R$ 1.377 no levantamento.

Dois modelos street frente a frente

O comparativo coloca lado a lado duas motos de perfil street e do mesmo ano-modelo. De um lado está a Honda CG 160 Titan ABS. Do outro, a Yamaha FZ15 Fazer Connected ABS. Ambas têm ABS na versão avaliada, o que as deixa em condição parecida de equipamento para a comparação de valores.

Pela Tabela Fipe de outubro, a Honda é a mais cara das duas, com R$ 21.531 contra R$ 20.154 da Yamaha. A diferença de R$ 1.377 é pequena no universo de motos novas e seminovas.

A queda da Honda aproximou os preços

A proximidade entre os modelos aumentou depois da queda de valor da Honda. Em setembro, a CG 160 Titan tinha cotação média de R$ 21.845. Na atualização seguinte, ela recuou R$ 314 e chegou aos R$ 21.531 atuais.

A Yamaha seguiu a direção oposta. Na mesma atualização, a FZ15 Fazer Connected ABS ganhou R$ 109. Com a Honda mais barata e a Yamaha mais cara, a distância entre as duas encolheu de um mês para o outro.

O peso da Honda no segmento

A CG 160 tem histórico de força nas vendas. Segundo dados da Fenabrave divulgados para 2023, a Honda liderava o mercado brasileiro de motos, com a Yamaha logo atrás. Na categoria City, a CG 160 foi a campeã de vendas, seguida pela CB 300F. Esse desempenho ajuda a explicar por que os movimentos de preço do modelo chamam atenção.

O que muda para o comprador

Para quem pesquisa uma moto street, o dado mostra que a escolha entre CG 160 Titan e FZ15 Fazer Connected ABS não passa por uma grande diferença de preço de referência. Com R$ 1.377 separando os dois modelos na Fipe, outros fatores ganham peso na decisão, como preferência de marca, estilo e experiência ao pilotar.

Para o mercado brasileiro, o recuo da Honda e a alta da Yamaha em outubro indicam que a referência de preços das duas motos pode continuar se movendo nas próximas atualizações. Vale acompanhar a Tabela Fipe nos próximos meses para ver se a aproximação se mantém.

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