A Volvo Construction Equipment (Volvo CE) lançou no Brasil o SD120, compactador de solo de nova geração com peso operacional na classe de 12 toneladas. O equipamento foi desenvolvido para obras de infraestrutura, rodovias e terraplenagem. O foco é reduzir o consumo de combustível e os custos operacionais. Segundo a fabricante, o novo modelo consome menos combustível do que a série anterior.
Motor de 99 kW e hidráulica aprimorada
O SD120 tem motor de 99 kW e sistema hidráulico aprimorado. A combinação faz parte da proposta da máquina de entregar eficiência no trabalho de compactação. A Volvo CE apresenta o modelo como uma evolução da série anterior, e a economia de combustível é o principal argumento da fabricante.
A classe de 12 toneladas de peso operacional coloca o compactador entre os equipamentos usados em frentes de obra que exigem preparo e adensamento do solo. É um tipo de máquina presente em projetos de grande porte, como os de rodovias e terraplenagem, aplicações citadas pela própria fabricante.
Monitoramento e modo ECO para buscar eficiência
Outro destaque é o monitoramento dos parâmetros de operação. A máquina acompanha como está sendo usada e recomenda o modo ECO, para buscar maior eficiência durante o trabalho. Na prática, o equipamento ajuda o operador a ajustar a forma de operar, com o objetivo de reduzir o consumo de combustível.
Esse tipo de orientação tem relação direta com o custo operacional. Em obras de infraestrutura, o combustível pesa no orçamento. Por isso, a fabricante coloca a eficiência de consumo no centro da comunicação do lançamento.
Assistente de compactação opcional
O SD120 também pode ser equipado com um assistente de compactação, oferecido como item opcional. O recurso se soma às demais soluções do modelo e permite que o cliente configure a máquina conforme a necessidade da operação. A fonte não detalha como o assistente funciona, e a Volvo CE o apresenta apenas como um opcional do equipamento.
O que muda para o mercado brasileiro
O lançamento do SD120 reforça a atenção do setor de máquinas pesadas à redução de custos operacionais, especialmente em consumo de combustível. Para empresas que atuam em rodovias, terraplenagem e obras de infraestrutura, a promessa de eficiência superior à da série anterior, aliada ao monitoramento e ao modo ECO, pode ser um fator na hora de renovar ou ampliar a frota. Ainda será preciso ver como a máquina se comporta no dia a dia das obras, já que a economia citada é uma comparação feita pela fabricante.
