Caminhão do futuro (sem cabine e sem motorista)? Veja como funciona essa novidade da Komatsu com 2737cv!

Isso é impressionante! Vídeo revela primeiras imagens do novo projeto de caminhão basculante autônomo da Komatsu, que dispensa a presença do motorista e ainda não tem nem cabine. Saiba os detalhes desse monstro tenológico que pode transportar 230 toneladas.

Este post – Caminhão do futuro (sem cabine e sem motorista)? Veja como funciona essa novidade da Komatsu com 2737cv! – apareceu primeiro em AutoVídeos.

Lançamento mundial no Brasil: Vídeo revela o novo Jeep Compass (custando a partir de R$ 99.990)

Novidade: veja agora as primeiras imagens reveladas do novo Jeep Compass, que vai ser o SUV acima do Jeep Renegade no mercado. Confira todos os detalhes e preços e diga o que você achou desse lançamento realizado em primeira mão no Brasil.

Este post – Lançamento mundial no Brasil: Vídeo revela o novo Jeep Compass (custando a partir de R$ 99.990) – apareceu primeiro em AutoVídeos.

Enfim, novo Jeep Compass é revelado no Brasil, partindo de R$ 99 990

O grupo FCA mostra seu terceiro automóvel a ser produzido na fábrica de Goiana (Pernambuco), no embalo do sucesso do Renegade e do Fiat Toro: é a nova geração do Jeep Compass, que se afasta a imagem da malfadada geração anterior, ao empregar uma nova arquitetura. O novo modelo faz a ponte entre o nacional Renegade e os importados Cherokee e Grand Cherokee. O Brasil terá a primazia de conhecer o novo utilitário, que será comercializado em mais de 100 países.

Disponibilizado nas versões Sport, Longitude, Limited e Trailhawk (hierarquia similar à já estabelecida na linhagem do Renegade), o Jeep Compass também inaugura o motor 2.0 Tigershark Flex, com câmbio automático de 6 marchas e tração dianteira, nas três versões iniciais – para as versões Longitude e Trailhawk, também haverá a opção 2.0 Turbodiesel Multijet, aliado ao câmbio automático de 9 marchas e à tração 4×4.

A frente, com a grade de sete fendas, os faróis trapezoidais e os para-lamas de contornos acentuados não negam o parentesco com o Grand Cherokee – que já era, de certa forma, influência da geração anterior. Mas a nova geração traz detalhes mais exclusivos, como a linha de teto com moldura descendente na traseira, que tem o contraste reforçado quando a pintura de dois tons é aplicada.

Faróis e lanternas contam com assinaturas de LEDs, que assim como os faróis de neblina, estão presentes desde o Compass Sport; nos modelos Limited e Trailhawk, há projetores do tipo canhão com iluminação por xenônio. As rodas de liga leve, de 17 ou 18 polegadas, possuem estilos exclusivos para cada versão.

O interior também não nega o parentesco com outros modelos da Jeep: elementos do Renegade, como volante, alavanca de câmbio e quadro de instrumentos, encontram um painel (emborrachado) assemelhado ao do Cherokee, que pode receber a central multimídia Uconnect de 8,4 polegadas – note que os comandos de ar-condicionado também são herança do irmão importado. Há detalhes com acabamento cinza-escuro ou preto-brilhante, de acordo com a versão.

O Compass também traz interessantes easter-eggs (nós do Auto REALIDADE já estamos ansiosos para conhecer o carro de perto…): há uma figura de uma salamandra (símbolo dos escaladores), o monstro do Lago Ness, os rastros dos pneus do Jeep Willys MB (infelizmente o release não indica a posição destes elementos) e, ao usar o sistema de estacionamento automático, ícones do velho Jeep de guerra aparecem no quadro de instrumentos.

Desde o Jeep Compass Sport (R$ 99 990), são itens de série: monitoramento de pressão dos pneus, airbag duplo, direção elétrica, luzes de seta nos retrovisores elétricos (com luzes de cortesia), volante com ajuste de altura e profundidade, rack de teto na cor preta, alarme, alerta de limite de velocidade e manutenção programada, apoio de braço com porta objetos, rodas de liga leve aro 17” com pneus 225/60, ar-condicionado manual, sensor de estacionamento traseiro, banco do motorista com regulagem de altura, tomada 12 Volts, banco traseiro bipartido 60/40 e rebatível, travas elétricas, porta-revistas atrás dos bancos dianteiros, sistema multimídia Uconnect com tela touchscreen de 5 polegadas, GPS, atalhos de som e Bluetooth no volante, comandos de voz e câmera de ré, vidros elétricos com acionamento por um-toque, chave-canivete, cintos de 3 pontos para todos (os dianteiros com ajuste de altura) e encostos de cabeça ajustáveis, computador de bordo com tela de 3,5 polegadas (registrando distância percorrida, consumo médio, consumo instantâneo e autonomia), controles de tração, estabilidade, anti-capotamento e para reboque, estepe de uso emergencial, faróis (com função Cornering) e lanterna de neblina, freio de estacionamento elétrico, freios ABS a disco nas 4 rodas e auxílio de frenagem de emergência, direção de torque dinâmico, ganchos de fixação de carga no porta-malas, auxiliar de partida em ladeiras, iluminação do porta-malas, três pontos de fixação ISOFIX para cadeirinhas infantis, controlador e limitador de velocidade, limpador e desembaçador traseiro, luzes de condução diurna, maçanetas externas e capas dos retrovisores pretos, para-sóis com espelhos e 6 alto-falantes. O único opcional de fábrica é o Pack Safety II (inclui airbags laterais dianteiros, de cortina e para os joelhos do motorista, além de banco do passageiro com porta-objeto sob o assento).

O motor 2.0 Tigershark 16 válvulas, de 1995 cm³, rende 159 cavalos com gasolina e 166 cv com etanol, a 6200 rpm. Com tração dianteira, seu torque é de 19,9 kgfm com gasolina e 20,5 com etanol, a 4000 rpm . Com 4,42 metros de comprimento, 1,63 m de altura, 2,64 metros de distância entre-eixos e 1,82 m de largura, o Compass Sport tem porta-malas de 408 litros e tanque de combustível para 60 litros.

No Compass Longitude (R$ 106 990 na opção Flex, ou R$ 132 990 na opção Diesel), são itens de série adicionais: porta-objeto sob o assento do banco do passageiro, aletas para trocas de marcha sequenciais no volante, iluminação ambiente, ar-condicionado de duas zonas, maçanetas e retrovisores na cor da carroceria, rodas de 18 polegadas com pneus 225/55, chave presencial e partida por botão, sistema Uconnect com tela de 8,4 polegadas sensível ao toque com 6 alto-falantes, USB, Bluetooth, GPS e comandos de voz, cinzeiro removível, tapetes, tomada 12V no porta malas, volante com revestimento em couro e friso cromado em torno das janelas laterais.

Os opcionais são: Pack Safety (airbags laterais dianteiros, de cortina e para os joelhos do condutor), teto solar elétrico Command View e Pack Premium (revestimentos em couro, som Beats de 506 Watts, sensor de chuva, acendimento automático dos faróis e retrovisor interno eletrocrômico). As especificações mecânicas do modelo Flex são idênticas ao Compass Sport.

O Compass Limited (R$ 124 990), unicamente disponível com o 2.0 Tigershark Flex, traz adicionalmente: acendimento automático dos fárois, 7 airbags, quadro de instrumentos com tela colorida de 7 polegadas, alavanca do cambio com revestimento em couro, rack do teto com acabamento cromado, bancos revestidos em couro, rodas de 18 polegadas diferenciadas com pneus 225/55, sensor de chuva, detector de veículos em pontos cegos, espelho interno eletrocrômico e faróis de xenônio.

São opcionais: teto solar elétrico Command View, Pack Advanced Asssist (controlador de velocidade adaptativo, monitoramento de mudança de faixa não-sinalizada, acendimento automático dos faróis altos, além de aviso de colisão frontal com frenagem automática de emergência) e o Pack Top III (inclui assistente automático de estacionamento, tomada de 127 Volts, bancos dianteiros com ajuste elétricos e som Beats de 506 Watts, 9 alto-falantes e 1 subwoofer). O Limited é o único a trazer a cor contrastante para o teto. Curiosamente, seu porta-malas tem capacidade 2 litros maior em relação a outras versões.

E o Trailhawk (R$ 149 990), versão preparada para o uso fora-de-estrada com capacidade de imersão de 48 centímetros, conta com pacote de itens similar ao do Limited, acrescidos do seletor de cinco terrenos 4×4, ganchos de reboque vermelhos, adesivo preto no capô, protetor de cárter, tanque e câmbio, bancos e volante revestidos em couro com costuras em vermelho Protetor de tanque, rack do teto e frisos laterais na cor cinza acetinado, rodas de 17 polegadas com pneus 225/60 e tomada 12 Volts no porta malas. São opcionais: teto solar Command View, Pack Top III e o Pack Advanced Assist. A altura de rodagem foi incrementada em 2 centímetros.

O 2.0 MultiJet II Turbodiesel, de 1956 cm³, rende 170 cavalos a 3750 rpm e torque de 35,7 kgfm a 1750 rpm – 80% disponível já a 1500 rpm. Por conta da suspensão diferenciada, o porta-malas encolheu para 388 litros.

Com função 4WD Low (reduzida), o sistema Selec-Terrain adapta-se aos modos Snow (neve, para terrenos escorregadios), Sand (areia), Auto (automático), Mud (lama) e Rock (pedra), este último exclusivo da versão Trailhawk. Quando a tração nas quatro rodas não é necessária, o eixo traseiro fica totalmente desconectado, para economizar combustível e reduzir o desgaste dos componentes. Mas a unidade de transferência de força (PTU) localizada na dianteira reacopla automaticamente o eixo cardã que distribui o torque para as rodas de trás, caso seja detectada uma situação de demanda – quando, por exemplo, se está numa subida e os limpadores de para-brisa estão em funcionamento.
Entre os destaques de sua montagem, estão: cerca de 5 mil pontos de solda no chassi, 18 abafadores de ruído espalhados pela carroceria, emprego de aço de alta resistência (HSS) em cerca de 70% do chassi e suspensão McPherson no eixo traseiro.

A divisão de acessórios Mopar preparou o plano de revisões até 60.000 quilômetros a preços fechados, com mão de obra incluída e a possibilidade de pagar pelas revisões e conjuntos de serviços com antecedência. A garantia do Jeep Compass é de três anos (podendo ser estendida por mais um ou dois anos) sem limite de quilometragem. As revisões serão feitas a cada 12.000 km nos modelos Flex e a cada 20 mil km nas versões a diesel – apenas a troca de óleo e filtro tem de ser feita anualmente. Estarão disponíveis nas concessionárias cerca de 40 acessórios para o novo modelo.

Finalmente, Nissan GT-R chega ao Brasil, ao preço de R$ 900.000

A Nissan começa a vender oficialmente o superesportivo GT-R no mercado brasileiro, reforçado sua imagem de atrevimento com uma etiqueta de preço igualmente ousada R$ 900.000, sem incluir personalizações. O GT-R chega ao País em sua linha 2017, que apresenta novidades no desenho, motor, suspensão e lista de equipamentos, na versão 3.8 V6 Premium, com opções de cinco cores de acabamento interno.

A primeira concessionária que comercializará o GT-R é a Carrera localizada na Avenida Brasil, área nobre da cidade de São Paulo, mas a estratégia de vendas visa atender o todo território nacional. O cliente que estiver interessado no modelo poderá contatar qualquer revenda da marca, e estas os indicarão para a Nissan Carrera, que dará continuidade ao processo de venda. Como será oferecido sob encomenda, o modelo terá prazo previsto de entrega em média de três a quatro meses após a compra.
O comprador contará com um call center exclusivo, serviço de pós-vendas especializado, com profissionais capacitados, e estrutura dedicada. Como seria de se esperar, o GT-R será uma das atrações do Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro.

Lançada em julho deste ano no Japão, a linha 2017 do Nissan GT-R traz capô, saídas de ar e para-choques redesenhados, luzes diurnas redesenhadas, novas rodas de liga leve Rays e grade com acabamento cromado fosco, alargada em 20% para aumentar o fluxo de ar que resfria o motor – as mudanças visaram melhoria da performance aerodinâmica.

O interior foi significativamente alterado, trazendo acabamento aprimorado e layout melhorado e simplificado. O número de controles integrados de GPS e áudio foi reduzido de 27 para 11 na linha 2017. Com tela de 8 polegadas, o sistema multimídia exibe ícones grandes, facilitando a gestão de sistemas como navegação, áudio e telefonia pelo usuário. Há também o mostrador digital com customização dos parâmetros e informações de performance do veículo mais relevantes para o motorista, como temperatura do líquido de arrefecimento, do óleo do motor e da transmissão, além da pressão do óleo do motor, da transmissão e do atuador de overboost do turbo.

As borboletas para trocas sequenciais foram incorporadas diretamente no novo volante (antes era fixa na coluna de direção) – o câmbio automatizado de dupla embreagem traz 6 marchas. O controle de gestão da troca de marchas foi atualizado para oferecer maior precisão e performance em variadas situações de condução. Já o motor 3.8 Biturbo V6 24 válvulas (VR38DETT) ganhou 20 cavalos em comparação ao modelo anterior, chegando a 572 cavalos a 6800 rpm, graças, em parte, ao aumento na pressão do atuador e a um sistema de temporização da ignição que é controlado individualmente por cada cilindro.

A produção do motor recebe atenção especial e todas as etapas da montagem seguem um processo manual, realizado por técnicos rigorosamente treinados, que ficam dentro de uma sala com alto nível de limpeza. Cada motor recebe uma placa de alumínio que exibe o nome do engenheiro responsável por sua montagem completa. Os cinco profissionais que acompanham o processo são chamados de “Takumis”, artesãos em japonês.

Assim como no modelo anterior, o sistema DampTronic oferece três opções de configuração ao motorista: Normal, Comfort e R. A transmissão e o controle de estabilidade seguem o mesmo princípio de funcionamento adaptável de três estágios.

Outras tecnologias com foco na segurança incluem: airbags frontais, laterais dianteiros e de cortina, fixação LATCH para cadeirinhas infantis, controle de tração (TCS), freios a disco com ABS, câmera de ré, monitoramento da pressão dos pneus (TPMS) e acendimento automático dos faróis.

NISSAN ANUNCIA VENDA DO GT-R NO BRASIL

Godzilla está entre nós. A Nissan anunciou hoje, oficialmente, as vendas do mito GT-R no país. Mas não espere vê-lo exposto regularmente nas concessionárias da marca; quem quiser um GT-R vai ter que encomendar antes, esperar de 3 a 4 meses pelo brinquedo – que é produzido exclusivamente no Japão – e desembolsar pelo menos R$ 900.000,00.



É muita grana, mas é muito (MUITOOO) desempenho também. Além dos novos detalhes de design o motor V6 3.8 24 válvulas biturbo do GT-R ganhou 20 cavalos em comparação à versão anterior e agora entrega 572 cavalos e 65 kgfm. As acelerações em rotações médias estão melhores e o torque teve seu rendimento otimizado, estando disponível ao máximo numa faixa maior de utilização. Dentre as melhorias que possibilitaram o aumento de potência e desempenho geral estão:

– Aumento da rigidez torcional e melhorias aerodinâmicas;
– Cilindros revestidos com jato de plasma, que permitem menor atrito, menor peso, maior capacidade de resfriamento, maior rendimento e consumo mais eficiente;
– Sistema coletor de admissão e escape simétricos e independentes, com turbo compressores duplos de alta performance;
– Segundo sistema de gestão do ar para melhor performance das emissões em partida a frio;
– Sistema de resfriamento do óleo controlado termostaticamente;
– Bomba de recuperação de óleo para manter o fluxo de lubrificação nos turbo compressores e sistema lateral de lubrificação seco e úmido do cárter.

Motor 3.8 V6 Biturbo rende 572 cv e 65 kgfm

É muita informação técnica, eu sei. O que você quer saber é do que o Godzilla é capaz com essa parafernália toda. Dependendo das condições climáticas ele pode acelerar de 0 a 100 km/h com tempo entre 2,7 e 3,2 segundos. O câmbio automático de 6 marchas com aletas para trocas de marchas que se movimentam junto com o volante e a tração integral se encarregam de distribuir toda a força às rodas, sendo possível, dependendo das condições de tração, jogar até 100% da força somente para as rodas traseiras ou distribui-la de forma equivalente, 50% para cada eixo.

Superesportivo ficou mais refinado e tem operação de gadgets mais simplificada

O desempenho é brutal, sempre foi. Mas a Nissan quis tornar o modelo 2017 mais GT, talvez para fazer jus ao nome. Os comandos foram simplificados – navegação e áudio, por exemplo, eram operados por 27 comandos e agora há apenas 11. O interior foi refinado e na versão “de entrada”, digamos assim, tem bancos e detalhes revestidos em couro preto. Há ainda outras 3 combinações de cores para o revestimento interno, que elevam o preço do carro para R$ 920 mil, e ainda 7 cores disponíveis para a carroceria – preto, prata, branco, cinza, vermelho, azul e laranja.

O GT-R só será vendido por encomenda e a Nissan Carrera, em São Paulo, centralizará os pedidos

Um dos fatos mais emblemáticos sobre o Nissan GT-R é a produção praticamente artesanal dos motores. Apenas 5 técnicos rigorosamente treinados, chamados de Takumis – artesãos, em japonês -, têm o privilégio de montar os motores, sempre numa sala exclusiva e com alto nível de limpeza. Cada motor recebe uma placa de alumínio que exibe o nome do engenheiro responsável por sua montagem completa.


Os R$ 900 mil pedidos pelo GT-R são o preço da exclusividade. Outros superesportivos, como o Porsche 911 Turbo e o Audi R8 V10, custam mais e outros, como o Jaguar F-Type V8 e o Mercedes-Benz AMG GT, menos. Mas isso importa muito pouco para quem tem esse valor para gastar num carro. O desejo, a performance e a realização de um sonho falam muito mais alto.

Nissan GT-R chega em 2017 com preço inicial de R$ 900 mil

Esportivo será vendido sob encomenda e o consumidor poderá escolher configuração de acabamento A Nissan inicia as vendas do esportivo GT-R, o que será vendido sob encomenda chegará ao mercado brasileiro em 2017. O esportivo […]

Ao volante: Com câmbio automático, Renault Duster Oroch dá sinais de evolução

Além da nova opção de transmissão, de apenas quatro marchas, Renault Oroch ganhou outras novidades, como direção eletro-hidráulica e realocação de alguns comandos internos; porém, ainda é preciso avançar em outros aspectos Alexandre Soares A Duster […]