Quase uma década depois de apresentar o primeiro conceito, a Tesla revelou a versão de produção da segunda geração do Roadster. O esportivo elétrico muda o visual em relação ao protótipo de 2017 e incorpora tecnologias desenvolvidas em parceria com a SpaceX. A apresentação, porém, trouxe um ponto crítico: um novo adiamento da produção.
Um visual mais angular
O Roadster de produção abandona as linhas fluidas do protótipo mostrado em 2017. No lugar delas, adota superfícies angulares que remetem diretamente ao estilo da picape Cybertruck. O desenho foi feito pelo estúdio de design da própria fabricante norte-americana.
A mudança de estilo é a primeira diferença visível entre o conceito apresentado há quase dez anos e o carro que agora chega à fase de produção.
Tecnologia desenvolvida com a SpaceX
Segundo a apresentação, o modelo incorpora tecnologias desenvolvidas em parceria com a SpaceX. O objetivo, de acordo com a fonte, é alcançar números extremos de desempenho.
O título original da notícia destaca uma aceleração de 0 a 100 km/h em menos de um segundo e fala em um carro que "voa". O material de origem, porém, não detalha as especificações técnicas que sustentam essa promessa. Por isso, elas não são tratadas aqui como dados confirmados.
Um novo adiamento
O ponto mais crítico do anúncio foi a data. De acordo com a Tesla, as primeiras entregas aos clientes no mercado global estão previstas apenas para o decorrer de 2028.
O prazo representa um novo adiamento para um projeto cujo primeiro conceito foi apresentado quase uma década antes da revelação da versão de produção.
O que isso significa para o Brasil
A fonte não menciona preço, versões ou data de chegada ao mercado brasileiro. O que se sabe é que as entregas, mesmo no mercado global, só começam em 2028. Para o consumidor brasileiro interessado em esportivos elétricos, o Roadster ainda está distante. Por ora, ele é uma demonstração do que a Tesla pretende fazer em desempenho e design.
