📋 Resumo
Durante a recente crise de abastecimento causada pela greve dos caminhoneiros, muitos motoristas de carros flex no Brasil têm procurado alternativas para abastecer seus veículos. Uma das opções consideradas é o uso de álcool vendido em farmácias e supermercados. No entanto, é preciso tomar cuidado, pois nem todo tipo de álcool é compatível com os motores flex.
O etanol vendido nos postos possui teor alcoólico de 93°GL, enquanto o álcool de farmácia pode ter graduação inferior, o que pode causar danos ao motor. Portanto, em uma situação de emergência, é possível utilizar o álcool de farmácia, desde que seu teor alcoólico seja semelhante ao do combustível utilizado normalmente. É essencial verificar a informação sobre a graduação ºGL nas embalagens antes de abastecer o veículo.
📋 Resumo
Durante a crise de abastecimento causada pela greve dos caminhoneiros, muitos motoristas de carros flex estão procurando alternativas para abastecer seus veículos. Uma das opções consideradas é o uso de álcool vendido em farmácias e supermercados. Porém, é preciso tomar cuidado, pois nem todo tipo de álcool é compatível com os motores flex. O etanol vendido nos postos tem teor de 93°GL, enquanto o álcool de farmácia pode ter graduação inferior, o que pode causar danos ao motor. Portanto, em uma situação de emergência, é possível utilizar o álcool de farmácia, desde que seu teor alcoólico seja semelhante ao do combustível utilizado normalmente.
Em uma situação de urgência é possível sim usar álcool vendido em farmácias em carros flex, entretanto não qualquer álcool. É necessário atentar à graduação ºGL (Gay Lussac) informada nas embalagens. O etanol vendido nos postos e usado nos carros tem teor de 93 ºGL, o que indica que em cada litro há 930 ml de álcool puro e 70 ml de água (7%).
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