📋 Resumo
O número de veículos elétricos e híbridos está em forte crescimento no Brasil, com o BYD Dolphin Mini sendo o modelo mais vendido em fevereiro. Com isso, a demanda por carregadores públicos e particulares também aumenta. Para atender essa necessidade, a Porto Seguro lançou um novo seguro que protege carregadores contra danos, explosões, roubos e responsabilidade civil.
O seguro cobre carregadores AC e DC a partir de R$ 3 mil, com até 10 anos de uso, e inclui coberturas como danos físicos, subtração, danos elétricos, responsabilidade civil e proteção durante a instalação. Com o crescimento da frota de elétricos no país, este produto se torna cada vez mais relevante para proteger os investimentos em infraestrutura de recarga.
O número de veículos elétricos e híbridos está em forte crescimento no Brasil. A prova disso está no mês de fevereiro, quando o BYD Dolphin Mini foi o veículo mais vendido no varejo. Com isso, a demanda de carregadores, particulares ou públicos, cresce também.
Dessa forma, a Porto Seguro enxergou nesse mercado uma oportunidade: assegurar o carregador e possíveis danos aos veículos, pessoas e estabelecimentos decorrente do uso do carregador. Quem explica é Jarbas Medeiros, diretor de Ramos Elementares e Vida da Porto Seguro.
“Vemos um aumento importante de carros elétricos e híbridos no Brasil e desde então houve aumento na procura para essa cobertura dos carregadores, especialmente para explosão”, relata. A Porto oferece o seguro desde novembro e ainda há poucos dados sobre sinistro, enquanto a maioria deles está envolvido em danos elétricos.

O produto integra o portfólio de Máquinas e equipamentos e atende pessoas físicas e jurídicas. Inclusive, os principais clientes são empresas que fazem instalação e gerenciamento de carregadores em estabelecimentos comerciais como supermercados, shoppings etc. O seguro contempla carregadores do tipo AC e DC e as seguintes coberturas:
● Danos físicos ao bem: cobre incêndios, explosões, acidentes de causa externa e danos por impacto de veículo;
● Subtração do bem: proteção contra roubo total ou parcial, incluindo cobertura para os cabos;
● Danos elétricos: essencial para proteger a tecnologia sensível do aparelho contra variações na rede;
● Responsabilidade Civil: garante amparo para danos causados a terceiros e até danos ao próprio veículo durante a recarga;
● Instalação e montagem: diferencial que protege o equipamento contra danos ocorridos especificamente durante o processo de instalação.
Além disso, todas as demais coberturas do produto (se forem contratadas pelo segurado) passam a valer, mesmo o item ainda não estando funcionando.

Estão cobertos carregadores para carros elétricos com valor a partir de R$ 3 mil, com até 10 anos de uso e instalados em áreas abertas, semiabertas e fechadas — mas não entram na proteção carregadores portáteis nem equipamentos instalados em vias públicas.
No caso da responsabilidade civil, o cliente pode optar por coberturas de até R$ 3 milhões. O custo médio do seguro é de 4% do valor do aparelho. Portanto, se o segurado tem um carregador avaliado em R$ 45.000, o custo será de R$ 1.800. Medeiros alerta para que o responsável pelo eletroposto leve em consideração “qual público frequenta o carregador” para que o valor da cobertura contratado seja compatível com os veículos desses clientes.
O Brasil encerrou agosto de 2025 com 16.880 pontos públicos e semipúblicos de carregamento, segundo a última atualização da Tupi Mobilidade, em parceria com a Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE).
