segunda-feira, 30 de março de 2026

Antigos e Mexidos: para a família e para o esporte, as versões do Chevrolet Vectra

Antigos e Mexidos: para a família e para o esporte, as versões do Chevrolet Vectra

Nesta semana o Antigos e Mexidos relembra a passagem do Chevrolet Vectra pelo mercado nacional. Foram quase vinte anos de produção do modelo que chegou para substituir o Monza, grande sucesso da montadora, mas que teve poucas modificações em seu tempo de fabricação.

Com as primeiras unidades produzidas no Brasil em 1993, cinco anos após o início das vendas do modelo na Europa, tinha as versões de motor 2.0 de 8 válvulas com 116 cv e 187 km/h de velocidade máxima e o propulsor de 16 válvulas na versão GSI, que com 150 cv,  chegou a 207 km/h em testes feitos na época. O Vectra logo na sua chegada foi uma versão com mais opções de conforto e acessórios do que seu antecessor, que saiu de linha em 1996.

No interior, painel com velocímetro, conta giros, medidor de nível do combustível e temperatura do motor eram as indicações principais ao condutor, além das luzes de alerta de falha de componente e de indicador de direção abaixo destes comandos. Tinha a opção de computador de bordo ou rádio toca-fitas à disposição do consumidor da época.

O fim da produção do Monza coincidiu com o primeiro facelift do modelo, em 1996. Remodelado, o Vectra tinha linhas mais arredondadas e um detalhe nos espelhos retrovisores externos, que tinham o desenho como continuação do capô, o que ficou sendo uma marca do carro e motivo de admiração pelos amantes do modelo. A Chevrolet aproveitou o sucesso do modelo e o colocou a nova versão como o carro da Stock Car Brasil entre os anos de 2000 e 2003.

Mesmo sendo querido pelos proprietários, o tempo não perdoa, e o modelo precisava de um “tapa no visual” para manter-se firme no mercado. Assim, surge em 2005 a terceira geração do Vectra. Além do motor 2.0, ele tinha a versão 2.4 de 16 válvulas e 150 cv de potência, quando utilizando gasolina, com velocidade máxima na faixa dos 205km/h. Junto da nova versão, nasceu o Vectra GT, hatch médio que teve boa passagem pelo mercado e disputava espaço com o Volkswagen Golf.

As últimas unidades foram produzidas em 2011, quando o Vectra abriu passagem para o Chevrolet Cruze, que nas versões sedã e hatch já vinha tendo boa aceitação no mercado brasileiro. Mesmo assim, o sucesso do modelo foi grande no Brasil, sendo lembrado até hoje por seus acessórios, conforto e peculiariedades.

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