Avaliação: Fiat Fastback Impetus Hybrid recebe atualizações bem-vindas

Texto e Fotos | Júlio Max, de Teresina - Piauí
Agradecimentos | Assessoria de Imprensa Stellantis

Carros híbridos-leves não são exatamente uma novidade no mercado brasileiro, e já estão entre nós desde pelo menos o ano de 2010, quando a smart começou a comercializar o fortwo mhd. A sigla com as iniciais de "micro hybrid drive" denominava o sistema de desligamento do motor em paradas, mesmo se o veículo ainda estivesse em movimento (a 8 km/h ou menos). Hoje, existem carros com sistemas similares que nem chegam a ser intitulados pelas montadoras como híbridos-leves: o Start-Stop, de desligamento automático e temporário do propulsor em paradas, funciona exatamente assim em alguns modelos. O conjunto híbrido-leve avançou para permitir o desligamento do propulsor a combustão com o veículo em ritmo de cruzeiro e a velocidades mais altas - em situações em que não há aceleração nem frenagem significativa, normalmente em pisos planos e quando o ar-condicionado está desligado. Em outros casos, a energia dissipada em desacelerações e frenagens é reaproveitada nas acelerações. Mas até então, a maioria dos MHEVs (sigla para mild hybrid electric vehicle) eram carros caros, ou sem tanta expressividade no mercado nacional. A Fiat resolveu popularizar no Brasil este conceito de conjunto mecânico, que promete maior economia de combustível e redução nas emissões de poluentes, em dois de seus modelos: Pulse e Fastback. A aposta da marca foi feita com tanta confiança que, logo depois da introdução das versões Hybrid, em novembro de 2024, foram retiradas do catálogo as versões Audace e Impetus sem eletrificação.

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