Prejuízo bilionário da Stellantis em 2025: R$ 5.390 por carro

📋 Resumo

O Grupo Stellantis encerrou o primeiro semestre de 2025 com prejuízo líquido de €2,256 bilhões, uma reversão significativa em relação ao lucro de €5,647 bilhões obtido no mesmo período de 2024. A receita líquida totalizou €74,3 bilhões, uma queda de 12,7% na comparação anual. As vendas da companhia também recuaram 8,2%, com a comercialização de 2,69 milhões de veículos. O preço médio por unidade também caiu 4,8%, chegando a R$ 177.428. A lucratividade por carro vendido piorou drasticamente, com um prejuízo médio de R$ 5.390 por unidade, em comparação a um lucro médio de R$ 12.383 no primeiro semestre de 2024.

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O Grupo Stellantis encerrou o primeiro semestre de 2025 com prejuízo líquido de €2,256 bilhões, uma reversão significativa em relação ao lucro de €5,647 bilhões obtido no mesmo período de 2024. A receita líquida totalizou €74,3 bilhões, uma queda de 12,7% na comparação anual.

As vendas da companhia também recuaram 8,2%, com a comercialização de 2,69 milhões de veículos. O preço médio por unidade também caiu 4,8%, chegando a R$ 177.428. A lucratividade por carro vendido piorou drasticamente, com um prejuízo médio de R$ 5.390 por unidade, em comparação a um lucro médio de R$ 12.383 no primeiro semestre de 2024.

O Grupo Stellantis encerrou o primeiro semestre de 2025 com prejuízo líquido de €2,256 bilhões. O resultado representa uma reversão frente ao lucro de €5,647 bilhões obtido no mesmo período de 2024. A receita líquida totalizou €74,3 bilhões, queda de 12,7% em relação ao primeiro semestre do ano anterior.
Stellantis: prejuízo bilionário em 2025 e perde R$ 5.390 por carro vendido
O grupo automotivo comercializou 2,69 milhões de veículos nos primeiros seis meses de 2025, retração de 8,2% na comparação anual. O preço médio por unidade também recuou 4,8%, atingindo R$ 177.428. A lucratividade por carro vendido apresentou deterioração acentuada: no primeiro semestre de 2024, o grupo obteve lucro médio de R$ 12.383 por veículo; em 2025, o indicador passou a um prejuízo médio de R$ 5.390 por unidade comercializada.