Tag Archives: Trânsito

Multas por dirigir usando o celular crescem 33% em 2018

Por Pedro Rafael Vilela Da Agência Brasil Apenas nos primeiros sete meses deste ano, o número de multas aplicadas a quem usa o celular  ao volante já é 33% maior do que em todo o ano passado. Os dados são do Registro Nacional de Infrações de Trânsito (Renainf), mantido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Acumulado De janeiro […]

O post Multas por dirigir usando o celular crescem 33% em 2018 apareceu primeiro em Autos Segredos.

"Não fiz o teste do bafômetro, e agora?" Saiba como proceder

Fotos | STRANS/Teresina e Divulgação
Devido à Lei Seca está cada vez maior o número de autuações ocorridas por embriaguez no trânsito. Com isto, muitos motoristas têm recusado em fazer o teste do bafômetro. Atualmente a tolerância para a mistura do álcool e direção foi extinta, contudo, as fiscalizações estão mais rígidas. Em todo caso, muitos motoristas ficam em dúvida se é possível recusar em fazer o teste e se existe consequências para isso.

De modo geral as pessoas não têm conhecimento sobre os seus direitos e não se baseiam por informações com fundamento. Se você ouviu falar que recusar o teste é crime, na realidade não funciona exatamente desta forma. Entretanto, este tipo de recusa pode beneficiar as pessoas que dirigem embriagadas. Por exemplo, se o teste for flagrado em um condutor com 0,34 mg, ou mais, de álcool por ar expelido, pode ocorrer a prisão em flagrante.
Conforme o art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) isto pode ocasionar a detenção prevista de seis meses a três anos. O motorista também poderá ter a carteira suspensa ou cassada, e terá que pagar uma multa de R$ 2.934,70.
No entanto, se este mesmo motorista se recusa em fazer o teste e apresentar provas contra si, ele deve lidar com as punições. A seguir veja o que está descrito no art. 165-A:

“Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;

Medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270.

Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.”



De qualquer modo, o policial pode observar e verificar se o condutor bebeu. Isto é possível ao verificar o comportamento do mesmo.Inclusive ele pode analisar o hálito etílico, olhos vermelhos e sua fala pastosa.
Testes do bafômetro em números


Conforme a Polícia Militar (por Lei de Acesso à Informação) o número de recusa do teste do bafômetro é o seguinte:

  • 2015 – 1 a cada 69 motoristas abordados;

  • 2016 – 1 a cada 11 motoristas abordados;

  • 2017 – 1 a cada 10 motoristas abordados.

Dentro destes números a ação de recusar foi apresentada pelos condutores. Ou seja, com a negação, estes não são responsabilizados de forma criminal pela infração. Conforme Código Brasileiro de Trânsito, o veículo do cidadão que está sob efeito de álcool ou drogas deve ser retido. Após, deve aguardar aparecer uma pessoa habilitada para conduzir o mesmo.
Como funciona a legislação brasileira


Conforme Código de Trânsito, a Lei Nº 9.503/1997 penaliza o condutor que nega a submissão ao bafômetro. No entanto, como vimos, a recusa é um direto legal.

Em outras palavras, o condutor não é obrigado a soprar o aparelho. E isto é possível, também, no sentido de que o mesmo tem o direito de não produzir provas contra si. Esta máxima está prevista na Constituição Federal, portanto, todas as leis são submetidas a ela.
De acordo com Constituição, é possível permanecer em silêncio, diante de uma abordagem policial, de acordo com o inciso LXIII do artigo 5:

“LXIII – o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada à assistência da família e de advogado;”


Histórico da Lei seca


A seguir, veja um compilado da cronologia em relação à direção embriagada:
  • 2008: Lei Seca é promulgada em todo o país e aumenta rigor para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e drogas”.

  • 2012: “Multa para quem for flagrado dirigindo alcoolizado dobra”.

  • 2013: “Detran-SP lança o programa Direção Segura, que intensificou a fiscalização”.

  • 2014: “Recusa ao teste passa a ser considerada infração gravíssima”.

  • 2016: “Multa para quem se recusa a fazer o bafômetro aumenta”.

Consequências ao dirigir embriagado


Caso o motorista se recuse a fazer o teste do bafômetro e esteja com 0,05 mg de álcool por litro de ar expelido, as consequências são:

  • Multa de R$ 2.934,70;

  • Suspensão da CNH por um ano; 

  • Retenção do veículo;

  • Em caso de reincidência em um ano, a CNH é cassada e a multa dobrada.

Se o condutor estiver com 0,34 mg de álcool por litro de ar expelido ou mais:

  • Todas as punições anteriores e a detenção de 6 meses a 3 anos.

Se condutor estiver embriagado e participar de acidente com morte ou lesão corporal:

  • Todas as punições anteriores;

  • Processo penal, com sanções que variam conforme as consequências e circunstâncias do acidente.

No entanto, é preciso lembrar que o motorista, sob efeito de alguma substância, tem seu reflexo e capacidade motora prejudicados.

Recursos contra multas


Conforme a Constituição, as leis de trânsito devem prevalecer. Mesmo que a recusa seja considerada uma infração, o condutor tem direito de não produzir provas contra si. Com este fator, a situação pode ser revertida, por meio de recurso.

Este recurso deve apresentar os motivos pelos quais a penalidade não pode ser aplicada. Neste caso, é possível que ocorra a anulação das penalidades. Nos casos em que as multas são indevidas, o condutor deve recorrer para evitar as irregularidades.
De qualquer modo, não esqueça que dirigir sob efeito de álcool é proibido e pode por a vida de outras pessoas em risco. Caso você ainda tenha alguma outra dúvida sobre o teste do bafômetro ou outra questão, consulte o site da Doutor Multas.
Contatos:

– Telefone: 0800 6021 543

Aproveite e também compartilhe o conteúdo e deixe sua opinião!

  

"Não fiz o teste do bafômetro, e agora?" Saiba como proceder

Fotos | STRANS/Teresina e Divulgação
Devido à Lei Seca está cada vez maior o número de autuações ocorridas por embriaguez no trânsito. Com isto, muitos motoristas têm recusado em fazer o teste do bafômetro. Atualmente a tolerância para a mistura do álcool e direção foi extinta, contudo, as fiscalizações estão mais rígidas. Em todo caso, muitos motoristas ficam em dúvida se é possível recusar em fazer o teste e se existe consequências para isso.

De modo geral as pessoas não têm conhecimento sobre os seus direitos e não se baseiam por informações com fundamento. Se você ouviu falar que recusar o teste é crime, na realidade não funciona exatamente desta forma. Entretanto, este tipo de recusa pode beneficiar as pessoas que dirigem embriagadas. Por exemplo, se o teste for flagrado em um condutor com 0,34 mg, ou mais, de álcool por ar expelido, pode ocorrer a prisão em flagrante.
Conforme o art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) isto pode ocasionar a detenção prevista de seis meses a três anos. O motorista também poderá ter a carteira suspensa ou cassada, e terá que pagar uma multa de R$ 2.934,70.
No entanto, se este mesmo motorista se recusa em fazer o teste e apresentar provas contra si, ele deve lidar com as punições. A seguir veja o que está descrito no art. 165-A:

“Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar influência de álcool ou outra substância psicoativa, na forma estabelecida pelo art. 277:

Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses;

Medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4º do art. 270.

Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses.”



De qualquer modo, o policial pode observar e verificar se o condutor bebeu. Isto é possível ao verificar o comportamento do mesmo.Inclusive ele pode analisar o hálito etílico, olhos vermelhos e sua fala pastosa.
Testes do bafômetro em números


Conforme a Polícia Militar (por Lei de Acesso à Informação) o número de recusa do teste do bafômetro é o seguinte:

  • 2015 – 1 a cada 69 motoristas abordados;

  • 2016 – 1 a cada 11 motoristas abordados;

  • 2017 – 1 a cada 10 motoristas abordados.

Dentro destes números a ação de recusar foi apresentada pelos condutores. Ou seja, com a negação, estes não são responsabilizados de forma criminal pela infração. Conforme Código Brasileiro de Trânsito, o veículo do cidadão que está sob efeito de álcool ou drogas deve ser retido. Após, deve aguardar aparecer uma pessoa habilitada para conduzir o mesmo.
Como funciona a legislação brasileira


Conforme Código de Trânsito, a Lei Nº 9.503/1997 penaliza o condutor que nega a submissão ao bafômetro. No entanto, como vimos, a recusa é um direto legal.

Em outras palavras, o condutor não é obrigado a soprar o aparelho. E isto é possível, também, no sentido de que o mesmo tem o direito de não produzir provas contra si. Esta máxima está prevista na Constituição Federal, portanto, todas as leis são submetidas a ela.
De acordo com Constituição, é possível permanecer em silêncio, diante de uma abordagem policial, de acordo com o inciso LXIII do artigo 5:

“LXIII – o preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer calado, sendo-lhe assegurada à assistência da família e de advogado;”


Histórico da Lei seca


A seguir, veja um compilado da cronologia em relação à direção embriagada:
  • 2008: Lei Seca é promulgada em todo o país e aumenta rigor para motoristas que dirigem sob efeito de álcool e drogas”.

  • 2012: “Multa para quem for flagrado dirigindo alcoolizado dobra”.

  • 2013: “Detran-SP lança o programa Direção Segura, que intensificou a fiscalização”.

  • 2014: “Recusa ao teste passa a ser considerada infração gravíssima”.

  • 2016: “Multa para quem se recusa a fazer o bafômetro aumenta”.

Consequências ao dirigir embriagado


Caso o motorista se recuse a fazer o teste do bafômetro e esteja com 0,05 mg de álcool por litro de ar expelido, as consequências são:

  • Multa de R$ 2.934,70;

  • Suspensão da CNH por um ano; 

  • Retenção do veículo;

  • Em caso de reincidência em um ano, a CNH é cassada e a multa dobrada.

Se o condutor estiver com 0,34 mg de álcool por litro de ar expelido ou mais:

  • Todas as punições anteriores e a detenção de 6 meses a 3 anos.

Se condutor estiver embriagado e participar de acidente com morte ou lesão corporal:

  • Todas as punições anteriores;

  • Processo penal, com sanções que variam conforme as consequências e circunstâncias do acidente.

No entanto, é preciso lembrar que o motorista, sob efeito de alguma substância, tem seu reflexo e capacidade motora prejudicados.

Recursos contra multas


Conforme a Constituição, as leis de trânsito devem prevalecer. Mesmo que a recusa seja considerada uma infração, o condutor tem direito de não produzir provas contra si. Com este fator, a situação pode ser revertida, por meio de recurso.

Este recurso deve apresentar os motivos pelos quais a penalidade não pode ser aplicada. Neste caso, é possível que ocorra a anulação das penalidades. Nos casos em que as multas são indevidas, o condutor deve recorrer para evitar as irregularidades.
De qualquer modo, não esqueça que dirigir sob efeito de álcool é proibido e pode por a vida de outras pessoas em risco. Caso você ainda tenha alguma outra dúvida sobre o teste do bafômetro ou outra questão, consulte o site da Doutor Multas.
Contatos:

– Telefone: 0800 6021 543

Aproveite e também compartilhe o conteúdo e deixe sua opinião!

  

App Motorista Consciente mostra quando se pode dirigir com segurança após beber

O Doutor Multas lançou o aplicativo Motorista Consciente (disponível para Android), que permite saber quando o motorista pode dirigir com segurança após beber. Através da ferramenta, é possível ter uma ideia da média da quantidade de álcool no seu organismo e quanto tempo você precisa esperar para poder dirigir em segurança, sem o risco de ser autuado no bafômetro.

Apesar de se tratar de um guia e não servir como substituição dos testes específicos, é uma forma de alertar o motorista. Ou seja, avisar se e ele tem capacidade de dirigir. O objetivo é orientar a sociedade de como bebida e veículo não combinam.
O ato de dirigir sob efeito de álcool pode causar danos irreversíveis. No final das contas, o motorista precisa ter conhecimento que a sua condição pode trazer perigo a toda a sociedade.
Lei Seca: O que é? Como funciona?


A Lei 11.705, popularmente conhecida como Lei Seca, tem o objetivo de tornar mais rigorosa a fiscalização aos motoristas de bebem e pegam no volante. Posteriormente, em 2008, a Lei nº 11.705 surgiu com o intuito de diminuir a tolerância no nível de álcool de quem dirige e, consequentemente, diminuir os acidentes de trânsito, causados pelos condutores que estão alcoolizados.
Anteriormente era permitido até 0,6 decigramas de álcool por litro de sangue e não era considerada uma infração de trânsito. Agora, o Brasil adota a tolerância zero em relação ao consumo de álcool por condutores. Portanto, hoje, qualquer quantidade é considerada uma infração.
Desde a publicação, em 1997, como previsto no artigo 165, o motorista que dirigir sob efeito de álcool estará cometendo uma infração de natureza gravíssima. Ao longo dos anos a lei está cada vez mais rígida, o que incluiu a atualização da multa e outras penalidades.
Diante disso, o condutor que ingerir qualquer quantidade de bebida alcoólica e passar por fiscalização de trânsito está sujeito à multa, considerada gravíssima, no valor de R$ 2.934,70. Além disso, o seu carro é apreendido e ele perde o direito de dirigir por 12 meses. Em situação de reincidência, o valor da multa é dobrado. Já se o condutor estiver dirigindo embriagado, com níveis de álcool acima de 0,3 mg/l, pode ser preso por seis meses a um ano.
Estatísticas de acidente por embriaguez



O Brasil ocupa a quinta posição entre os países que são recordistas em acidentes que resultem mortes no trânsito. Nosso país fica atrás da Índia, China, EUA e Rússia. Conforme Ministério da Saúde, em 2015 foi registrado 37.306 óbitos e 204 mil pessoas ficaram feridas.
O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) pagou, em 2015, 42.500 indenizações por morte no país e 515.750 pessoas receberam amparo por invalidez. No entanto, a lei trouxe uma melhoria nos números. Devido às novas regras, o número de vítimas de acidentes, com vítimas, no país, diminuiu, conforme Centro de Pesquisa e Economia do Seguro, órgão da Escola Nacional de Seguros.
Os números mostram que mais de 40 mil vidas foram poupadas, e os casos de invalidez diminuíram para 235 mil. As mortes também diminuíram e estão com números baixos desde 2005, com queda de 20%, independente que o número de acidentados esteja em 19%. Com o número baixo de vítimas é possível amenizar o sofrimento de diversos familiares, além de garantir benefícios para a economia.
Pelo estudo também foi observado que ocorreu um ganho de R$ 558 bilhõesque correspondem à capacidade produtiva dos trabalhadores com vidas poupadas.

Como funciona a blitz da Lei Seca?


A blitz da Lei Seca tem o objetivo de realizar o teste do bafômetro nos motoristas. Nessas operações usa-se o aparelho para que ocorra a medição do teor alcoólico no ar alveolar do cidadão. Os agentes são equipados com estes aparelhos e realizam as abordagens em locais que são usados como rota pelos condutores “boêmios”.
Nestas vias, os espaços recebem a divisão com cones, e é reservado um local para estacionamento oblíquo dos veículos abordados. Ainda existe uma faixa da pista para que o agente possa “escolher” quem deve passar e onde deve parar. Logo que o motorista é solicitado, ele é abordado e é pedida sua habilitação e demais documentos, inclusive o teste de bafômetro.
Todas as operações são feitas em sigilo. O local das blitz também muda, pois, caso a população fique a par desta informação, o motorista embriagado vai evitar passar por estes locais. O intuito destas ações é conscientizar os motoristas que esta conduta é nociva e dirigir embriagado pode ocasionar punição ao motorista.
Valor da multa


Quando ocorre a abordagem da Lei Seca, o motorista que assopra o bafômetro e apresenta resultado negativo, é liberado. Para o caso em que o resultado for positivo ele sofrerá as penalidades do artigo 165 do CTB:
Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência. Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses.

Medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4o do art. 270 da Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997 – do Código de Trânsito Brasileiro.

Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses”.


De forma direta, o cidadão que dirige embriagado pode receber uma multa no valor de R$2.934,70, além de ter sua CNH suspensa e o veículo retido. Este valor pode duplicar caso o motorista reincida na conduta e seja flagrado no período de um ano. Nesta situação o motorista pode ter sua habilitação e veículo recolhida pelas autoridades policiais.
Para as situações mais graves os infratores podem ser presos e ter uma detenção de seis meses a três anos. Ainda é possível ser suspenso ou proibido de dirigir ou perder a habilitação. Hoje, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresenta um bafômetro para cada 122 km de rodovias. Os estados também possuem uma mobilização para que seja feita a fiscalização nas principais estradas.
Bafômetro


O bafômetro é um dos dispositivos utilizado junto com o radar da velocidade. O aparelho tem como finalidade identificar se o motorista está dirigindo com influência do álcool. Com nome popular de etilômetro, o aparelho tem capacidade de fazer a medição da quantidade de álcool no organismo de uma pessoa.
Conforme anexo I do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é apresentado o glossário com conceitos e definições que indicam:
ETILÔMETRO – aparelho destinado à medição do teor alcoólico no ar alveolar.”

Este aparelho serve para ver a quantidade de álcool por meio do ar alveolar do motorista. Como informado no CTB, à definição para ar alveolar é:

AR ALVEOLAR – ar expirado pela boca de um indivíduo, originário dos alvéolos pulmonares.”


Ou seja, por meio do sopro do motorista é possível verificar se existem vestígios de álcool e saber a quantidade por meio do aparelho.

Recusa ao bafômetro


A recusa do bafômetro é uma das questões que geram controvérsias. No entanto, a recusa é permitida pelo CTB, uma vez que o direito de não produzir provas contra si mesmo é garantido pela CF, em seu artigo 5º, inciso LXIII.
No geral, o motorista tem o direito de negar, pois não deve criar provas contra si mesmo. Deste modo, fazendo uma interpretação analógica, a recusa do teste do bafômetro é uma garantia constitucional.

Com isto sabemos que o bafômetro tem como objetivo provar se existe álcool no organismo do motorista. Se isto for provado ele pode ser punido. Diante disso, graças ao direito de não criar provas contra si mesmo, o condutor pode negar o pedido, porém, existem consequências.
Neste caso ele vai receber algumas penalidades conforme Código de Trânsito. O motorista será enquadrado no art. 165-A que é infração de natureza gravíssima com penalidade de multa no valor de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses.
Ainda a medida administrativa informa que pode ocorrer o recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, além do dobro da multa prevista em caso de reincidência em um ano.

O usuário vai ser notificado com uma infração gravíssima. Com isto a penalidade é de multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses. Ainda, a medida administrativa informa que pode ocorrer o recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, além do dobro da multa prevista em caso de reincidência em uma ano.
Como funciona o app?

O app do Doutor Multas foi desenvolvido com o objetivo de trazer segurança ao motorista. Através do programa é possivel calcular a quantidade de álcool no seu organismo. De acesso simplificado e disponível para dispositivos Android, a ferramenta é gratuita. Para fazer o teste e calcular basta concordar com os termos de uso. Ao entrar no app Motorista Consciente é preciso informar seus dados pessoais (sexo, peso, etc) para que seja feito o cálculo.
Para ter o resultado o programa tem os seus cálculos por aproximação. Ou seja, não deve ser usado como substituição em testes específicos. Além disso, o resultado não tem caráter técnico ou legal, pois cada organismo apresenta reações únicas. O aplicativo serve apenas para auxiliar o condutor, lembrando que todo motorista não deve dirigir sob influência de bebidas alcoólicas e respeitar as leis de trânsito.
O Doutor Multas espera, com mais essa ação, contribuir para motoristas mais conscientes e um trânsito mais tranquilo. Para recorrer a multas, interessados poderão entrar em contato por e-mail ou telefone:

Telefone: 0800 6021 543

App Motorista Consciente mostra quando se pode dirigir com segurança após beber

O Doutor Multas lançou o aplicativo Motorista Consciente (disponível para Android), que permite saber quando o motorista pode dirigir com segurança após beber. Através da ferramenta, é possível ter uma ideia da média da quantidade de álcool no seu organismo e quanto tempo você precisa esperar para poder dirigir em segurança, sem o risco de ser autuado no bafômetro.

Apesar de se tratar de um guia e não servir como substituição dos testes específicos, é uma forma de alertar o motorista. Ou seja, avisar se e ele tem capacidade de dirigir. O objetivo é orientar a sociedade de como bebida e veículo não combinam.
O ato de dirigir sob efeito de álcool pode causar danos irreversíveis. No final das contas, o motorista precisa ter conhecimento que a sua condição pode trazer perigo a toda a sociedade.
Lei Seca: O que é? Como funciona?


A Lei 11.705, popularmente conhecida como Lei Seca, tem o objetivo de tornar mais rigorosa a fiscalização aos motoristas de bebem e pegam no volante. Posteriormente, em 2008, a Lei nº 11.705 surgiu com o intuito de diminuir a tolerância no nível de álcool de quem dirige e, consequentemente, diminuir os acidentes de trânsito, causados pelos condutores que estão alcoolizados.
Anteriormente era permitido até 0,6 decigramas de álcool por litro de sangue e não era considerada uma infração de trânsito. Agora, o Brasil adota a tolerância zero em relação ao consumo de álcool por condutores. Portanto, hoje, qualquer quantidade é considerada uma infração.
Desde a publicação, em 1997, como previsto no artigo 165, o motorista que dirigir sob efeito de álcool estará cometendo uma infração de natureza gravíssima. Ao longo dos anos a lei está cada vez mais rígida, o que incluiu a atualização da multa e outras penalidades.
Diante disso, o condutor que ingerir qualquer quantidade de bebida alcoólica e passar por fiscalização de trânsito está sujeito à multa, considerada gravíssima, no valor de R$ 2.934,70. Além disso, o seu carro é apreendido e ele perde o direito de dirigir por 12 meses. Em situação de reincidência, o valor da multa é dobrado. Já se o condutor estiver dirigindo embriagado, com níveis de álcool acima de 0,3 mg/l, pode ser preso por seis meses a um ano.
Estatísticas de acidente por embriaguez



O Brasil ocupa a quinta posição entre os países que são recordistas em acidentes que resultem mortes no trânsito. Nosso país fica atrás da Índia, China, EUA e Rússia. Conforme Ministério da Saúde, em 2015 foi registrado 37.306 óbitos e 204 mil pessoas ficaram feridas.
O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) pagou, em 2015, 42.500 indenizações por morte no país e 515.750 pessoas receberam amparo por invalidez. No entanto, a lei trouxe uma melhoria nos números. Devido às novas regras, o número de vítimas de acidentes, com vítimas, no país, diminuiu, conforme Centro de Pesquisa e Economia do Seguro, órgão da Escola Nacional de Seguros.
Os números mostram que mais de 40 mil vidas foram poupadas, e os casos de invalidez diminuíram para 235 mil. As mortes também diminuíram e estão com números baixos desde 2005, com queda de 20%, independente que o número de acidentados esteja em 19%. Com o número baixo de vítimas é possível amenizar o sofrimento de diversos familiares, além de garantir benefícios para a economia.
Pelo estudo também foi observado que ocorreu um ganho de R$ 558 bilhõesque correspondem à capacidade produtiva dos trabalhadores com vidas poupadas.

Como funciona a blitz da Lei Seca?


A blitz da Lei Seca tem o objetivo de realizar o teste do bafômetro nos motoristas. Nessas operações usa-se o aparelho para que ocorra a medição do teor alcoólico no ar alveolar do cidadão. Os agentes são equipados com estes aparelhos e realizam as abordagens em locais que são usados como rota pelos condutores “boêmios”.
Nestas vias, os espaços recebem a divisão com cones, e é reservado um local para estacionamento oblíquo dos veículos abordados. Ainda existe uma faixa da pista para que o agente possa “escolher” quem deve passar e onde deve parar. Logo que o motorista é solicitado, ele é abordado e é pedida sua habilitação e demais documentos, inclusive o teste de bafômetro.
Todas as operações são feitas em sigilo. O local das blitz também muda, pois, caso a população fique a par desta informação, o motorista embriagado vai evitar passar por estes locais. O intuito destas ações é conscientizar os motoristas que esta conduta é nociva e dirigir embriagado pode ocasionar punição ao motorista.
Valor da multa


Quando ocorre a abordagem da Lei Seca, o motorista que assopra o bafômetro e apresenta resultado negativo, é liberado. Para o caso em que o resultado for positivo ele sofrerá as penalidades do artigo 165 do CTB:
Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência. Infração – gravíssima;

Penalidade – multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses.

Medida administrativa – recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, observado o disposto no § 4o do art. 270 da Lei no 9.503, de 23 de setembro de 1997 – do Código de Trânsito Brasileiro.

Parágrafo único. Aplica-se em dobro a multa prevista no caput em caso de reincidência no período de até 12 (doze) meses”.


De forma direta, o cidadão que dirige embriagado pode receber uma multa no valor de R$2.934,70, além de ter sua CNH suspensa e o veículo retido. Este valor pode duplicar caso o motorista reincida na conduta e seja flagrado no período de um ano. Nesta situação o motorista pode ter sua habilitação e veículo recolhida pelas autoridades policiais.
Para as situações mais graves os infratores podem ser presos e ter uma detenção de seis meses a três anos. Ainda é possível ser suspenso ou proibido de dirigir ou perder a habilitação. Hoje, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresenta um bafômetro para cada 122 km de rodovias. Os estados também possuem uma mobilização para que seja feita a fiscalização nas principais estradas.
Bafômetro


O bafômetro é um dos dispositivos utilizado junto com o radar da velocidade. O aparelho tem como finalidade identificar se o motorista está dirigindo com influência do álcool. Com nome popular de etilômetro, o aparelho tem capacidade de fazer a medição da quantidade de álcool no organismo de uma pessoa.
Conforme anexo I do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é apresentado o glossário com conceitos e definições que indicam:
ETILÔMETRO – aparelho destinado à medição do teor alcoólico no ar alveolar.”

Este aparelho serve para ver a quantidade de álcool por meio do ar alveolar do motorista. Como informado no CTB, à definição para ar alveolar é:

AR ALVEOLAR – ar expirado pela boca de um indivíduo, originário dos alvéolos pulmonares.”


Ou seja, por meio do sopro do motorista é possível verificar se existem vestígios de álcool e saber a quantidade por meio do aparelho.

Recusa ao bafômetro


A recusa do bafômetro é uma das questões que geram controvérsias. No entanto, a recusa é permitida pelo CTB, uma vez que o direito de não produzir provas contra si mesmo é garantido pela CF, em seu artigo 5º, inciso LXIII.
No geral, o motorista tem o direito de negar, pois não deve criar provas contra si mesmo. Deste modo, fazendo uma interpretação analógica, a recusa do teste do bafômetro é uma garantia constitucional.

Com isto sabemos que o bafômetro tem como objetivo provar se existe álcool no organismo do motorista. Se isto for provado ele pode ser punido. Diante disso, graças ao direito de não criar provas contra si mesmo, o condutor pode negar o pedido, porém, existem consequências.
Neste caso ele vai receber algumas penalidades conforme Código de Trânsito. O motorista será enquadrado no art. 165-A que é infração de natureza gravíssima com penalidade de multa no valor de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses.
Ainda a medida administrativa informa que pode ocorrer o recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, além do dobro da multa prevista em caso de reincidência em um ano.

O usuário vai ser notificado com uma infração gravíssima. Com isto a penalidade é de multa (dez vezes) e suspensão do direito de dirigir por 12 (doze) meses. Ainda, a medida administrativa informa que pode ocorrer o recolhimento do documento de habilitação e retenção do veículo, além do dobro da multa prevista em caso de reincidência em uma ano.
Como funciona o app?

O app do Doutor Multas foi desenvolvido com o objetivo de trazer segurança ao motorista. Através do programa é possivel calcular a quantidade de álcool no seu organismo. De acesso simplificado e disponível para dispositivos Android, a ferramenta é gratuita. Para fazer o teste e calcular basta concordar com os termos de uso. Ao entrar no app Motorista Consciente é preciso informar seus dados pessoais (sexo, peso, etc) para que seja feito o cálculo.
Para ter o resultado o programa tem os seus cálculos por aproximação. Ou seja, não deve ser usado como substituição em testes específicos. Além disso, o resultado não tem caráter técnico ou legal, pois cada organismo apresenta reações únicas. O aplicativo serve apenas para auxiliar o condutor, lembrando que todo motorista não deve dirigir sob influência de bebidas alcoólicas e respeitar as leis de trânsito.
O Doutor Multas espera, com mais essa ação, contribuir para motoristas mais conscientes e um trânsito mais tranquilo. Para recorrer a multas, interessados poderão entrar em contato por e-mail ou telefone:

Telefone: 0800 6021 543

Multas de trânsito têm preços atualizados 2018; veja a tabela

A última mudança nos valores das multas ocorreu no ano de 2016. Agora, os valores aumentaram.

VW Golf GTI 2019

Os artigos do Código de Trânsito Brasileiro partem do 162 e vão até o 255, com multas para veículos leves/pesados e pedestres/ciclistas.
Continuar lendo »

http://www.car.blog.br

Detran.SP apela a bordão de Chacrinha para alertar sobre o uso da seta

O Departamento de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) recorreu ao célebre bordão “Quem não se comunica se trumbica”, do apresentador Chacrinha, para alertar os motoristas sobre o uso da …
Ler mais

O post Detran.SP apela a bordão de Chacrinha para alertar sobre o uso da seta apareceu primeiro em Carsale.

Doença curável [Alta Roda]

Congestionamento de trânsito é algo que afeta, além da paciência dos motoristas, a qualidade de vida dos habitantes, a arquitetura das cidades e custa muito dinheiro para governos e população. Motores dos veículos sofrem e aumentam os gastos de manutenção. No Brasil começou a alterar hábitos de consumo, a exemplo da súbita ascensão do câmbio automático, antes restrito a modelos grandes. Agora, avançou muito em carros médios e até começou a crescer entre os compactos.

Se serve de consolo, o país mais congestionado do mundo é a Tailândia, seguida por Indonésia, Colômbia e Venezuela. O Brasil divide a quinta colocação com EUA e Rússia. Esse levantamento foi feito pela Inrix, empresa sediada em Washington, EUA, especializada na coleta e análise de dados de tráfego em cidades e estradas ao redor do mundo. O relatório sobre o ano de 2017, publicado recentemente, compilou dados de 1.360 cidades.
Para quem vive na maior cidade brasileira, São Paulo parece ser a mais congestionada do globo. Mas não é. Esse “troféu” fica com Los Angeles, seguida por Nova York e Moscou (empatadas). Aí sim, aparece a capital paulista, em quarto lugar, seguida por San Francisco, Bogotá, Londres, Atlanta, Paris e Miami (décima colocada).
A conta é bastante pesada nos EUA, país desenvolvido que mais sofre com o trânsito lento, segundo a revista Fortune. No ano passado, atingiu US$ 305 bilhões (R$ 980 bilhões), média de US$ 1.445 (R$ 4.600) por veículo. Grande parte do problema, no entanto, pode se resolver quando automóveis autônomos se inserirem na paisagem urbana.
Eles vão permitir melhor aproveitamento das vias ao gerenciar a distância de segurança entre os veículos, praticamente eliminar acidentes (inclusive atropelamentos) e manter velocidade mais constante possível para menor consumo de combustível e menos emissões. A companhia de telecomunicações francesa Orange prevê que frotas de carros sem motoristas diminuirão bastante a necessidade de estacionamentos, livrando espaço nas cidades para parques e árvores.
Outro estudo interessante foi feito pela KPMG, empresa de consultoria de âmbito mundial. Quais seriam, hoje, os 20 países mais preparados para a era dos veículos autônomos, mesmo sem ser possível saber quando realmente se tornarão relevantes? Cenário ideal, porém ainda mais difícil de prever, seria associação dessa tecnologia com veículos elétricos.
Ainda assim, conseguiu concluir o primeiro levantamento desse tipo já realizado. Considerou disposição da população em adotar o recurso, ambiente regulatório, atividades de pesquisa e desenvolvimento e também a disponibilidade de pontos de carregamento de veículos elétricos.
O primeiro lugar ficou com a Holanda, seguido por Cingapura, EUA, Suécia, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia e Coreia do Sul, nas dez primeiras posições. Brasil aparece em 17º, à frente de Rússia, México e Índia.
Por aqui, os grandes problemas serão mesmo a infraestrutura de telecomunicação e da própria malha viária, pois regulamentação e tecnologias poderiam vir do exterior. Até lá, é sofrer com os congestionamentos.
RODA VIVA

GENERAL MOTORS pretende tornar-se primeiro fabricante com produto idêntico para Brasil e Argentina. Ideia é reduzir custos ao produzir um veículo padronizado que dispense adaptações para um ou outro mercado, incluindo central de gerenciamento do motor. Produto será o Spin que receberá atualizações de estilo e interior, em maio próximo.
RENAULT iniciou a comemoração de seus 120 anos de existência com participação especial no maior salão europeu exclusivamente dedicado a automóveis antigos e clássicos, o Rétromobile, em Paris. Na exposição encerrada dia 12 último, exibiu 20 modelos de maior importância em sua história. Marca francesa criou o segmento de minivans com o Espace, em 1984.
TRÊS modelos compactos da Audi chegam ao Brasil como automóveis mais potentes do mundo no segmento: RS3 hatch e sedã (mesmo preço de R$ 329.900) e o cupê TT RS (R$ 424.990). São nada menos de 400 cv e 49 kgfm gerados de um 5-cilindros turbo, também único de ciclo Otto no mercado. 0 a 100 hm/h em 3,7 s. Quem guia, não quer mais largar.

ÓTIMO motor EcoBoost (1-litro, 3-cilindros, turbo) na versão intermediária do Fiesta foi decisão acertada da Ford. Ainda com câmbio automatizado de dupla embreagem, tem respostas vigorosas, nível de ruído/vibrações contido e consumo baixo. Faz até esquecer ser menos equipado. Na versão superior Titanium, mais recheada, motor de 1,6 litro, 4-cilindros, anda bem, porém gasta mais combustível. Assentos curtos dos bancos dianteiros, principal senão.

COMPRADORES de carro 0-km já sabem: despesas extras – impostos, serviços e taxas – são inevitáveis. Empresa americana de precificações, Kelley Blue Book instalada aqui faz pouco tempo, criou em seu site a ferramenta Chave-na-mão. A pesquisa gratuita inclui, além da faixa de preço de comercialização, todos os chamados penduricalhos para evitar surpresas.
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e  de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Doença curável [Alta Roda]

Congestionamento de trânsito é algo que afeta, além da paciência dos motoristas, a qualidade de vida dos habitantes, a arquitetura das cidades e custa muito dinheiro para governos e população. Motores dos veículos sofrem e aumentam os gastos de manutenção. No Brasil começou a alterar hábitos de consumo, a exemplo da súbita ascensão do câmbio automático, antes restrito a modelos grandes. Agora, avançou muito em carros médios e até começou a crescer entre os compactos.

Se serve de consolo, o país mais congestionado do mundo é a Tailândia, seguida por Indonésia, Colômbia e Venezuela. O Brasil divide a quinta colocação com EUA e Rússia. Esse levantamento foi feito pela Inrix, empresa sediada em Washington, EUA, especializada na coleta e análise de dados de tráfego em cidades e estradas ao redor do mundo. O relatório sobre o ano de 2017, publicado recentemente, compilou dados de 1.360 cidades.
Para quem vive na maior cidade brasileira, São Paulo parece ser a mais congestionada do globo. Mas não é. Esse “troféu” fica com Los Angeles, seguida por Nova York e Moscou (empatadas). Aí sim, aparece a capital paulista, em quarto lugar, seguida por San Francisco, Bogotá, Londres, Atlanta, Paris e Miami (décima colocada).
A conta é bastante pesada nos EUA, país desenvolvido que mais sofre com o trânsito lento, segundo a revista Fortune. No ano passado, atingiu US$ 305 bilhões (R$ 980 bilhões), média de US$ 1.445 (R$ 4.600) por veículo. Grande parte do problema, no entanto, pode se resolver quando automóveis autônomos se inserirem na paisagem urbana.
Eles vão permitir melhor aproveitamento das vias ao gerenciar a distância de segurança entre os veículos, praticamente eliminar acidentes (inclusive atropelamentos) e manter velocidade mais constante possível para menor consumo de combustível e menos emissões. A companhia de telecomunicações francesa Orange prevê que frotas de carros sem motoristas diminuirão bastante a necessidade de estacionamentos, livrando espaço nas cidades para parques e árvores.
Outro estudo interessante foi feito pela KPMG, empresa de consultoria de âmbito mundial. Quais seriam, hoje, os 20 países mais preparados para a era dos veículos autônomos, mesmo sem ser possível saber quando realmente se tornarão relevantes? Cenário ideal, porém ainda mais difícil de prever, seria associação dessa tecnologia com veículos elétricos.
Ainda assim, conseguiu concluir o primeiro levantamento desse tipo já realizado. Considerou disposição da população em adotar o recurso, ambiente regulatório, atividades de pesquisa e desenvolvimento e também a disponibilidade de pontos de carregamento de veículos elétricos.
O primeiro lugar ficou com a Holanda, seguido por Cingapura, EUA, Suécia, Reino Unido, Alemanha, Canadá, Emirados Árabes Unidos, Nova Zelândia e Coreia do Sul, nas dez primeiras posições. Brasil aparece em 17º, à frente de Rússia, México e Índia.
Por aqui, os grandes problemas serão mesmo a infraestrutura de telecomunicação e da própria malha viária, pois regulamentação e tecnologias poderiam vir do exterior. Até lá, é sofrer com os congestionamentos.
RODA VIVA

GENERAL MOTORS pretende tornar-se primeiro fabricante com produto idêntico para Brasil e Argentina. Ideia é reduzir custos ao produzir um veículo padronizado que dispense adaptações para um ou outro mercado, incluindo central de gerenciamento do motor. Produto será o Spin que receberá atualizações de estilo e interior, em maio próximo.
RENAULT iniciou a comemoração de seus 120 anos de existência com participação especial no maior salão europeu exclusivamente dedicado a automóveis antigos e clássicos, o Rétromobile, em Paris. Na exposição encerrada dia 12 último, exibiu 20 modelos de maior importância em sua história. Marca francesa criou o segmento de minivans com o Espace, em 1984.
TRÊS modelos compactos da Audi chegam ao Brasil como automóveis mais potentes do mundo no segmento: RS3 hatch e sedã (mesmo preço de R$ 329.900) e o cupê TT RS (R$ 424.990). São nada menos de 400 cv e 49 kgfm gerados de um 5-cilindros turbo, também único de ciclo Otto no mercado. 0 a 100 hm/h em 3,7 s. Quem guia, não quer mais largar.

ÓTIMO motor EcoBoost (1-litro, 3-cilindros, turbo) na versão intermediária do Fiesta foi decisão acertada da Ford. Ainda com câmbio automatizado de dupla embreagem, tem respostas vigorosas, nível de ruído/vibrações contido e consumo baixo. Faz até esquecer ser menos equipado. Na versão superior Titanium, mais recheada, motor de 1,6 litro, 4-cilindros, anda bem, porém gasta mais combustível. Assentos curtos dos bancos dianteiros, principal senão.

COMPRADORES de carro 0-km já sabem: despesas extras – impostos, serviços e taxas – são inevitáveis. Empresa americana de precificações, Kelley Blue Book instalada aqui faz pouco tempo, criou em seu site a ferramenta Chave-na-mão. A pesquisa gratuita inclui, além da faixa de preço de comercialização, todos os chamados penduricalhos para evitar surpresas.
Fernando Calmon (fernando@calmon.jor.br), jornalista especializado desde 1967, engenheiro, palestrante e consultor em assuntos técnicos e de mercado nas áreas automobilística e  de comunicação. Sua coluna automobilística semanal Alta Roda começou em 1º de maio de 1999. É publicada em uma rede nacional de 98 jornais, sites e revistas. É, ainda, correspondente no Brasil do site just-auto (Inglaterra).

Sextou? Redobre a atenção: maioria das colisões em SP Capital acontece na sexta

Sexta-feira é o dia com o maior número de colisões na cidade de São Paulo (SP). O extrato dos acidentes entre veículos na capital é resultado da análise dos atendimentos realizados pelo P.A.R.E. (Posto de Atendimento Rápido Especializado) do Grupo Segurador Banco Do Brasil e Mapfre entre julho de 2016 e junho de 2017.
Das 17,9 mil colisões ocorridas na cidade, 17,10% aconteceram na sexta-feira, revelando o dia com maior incidência. A quinta-feira ficou com o segundo lugar do ranking, com 15,44% dos dados. Os demais dias úteis apresentaram leve decréscimo de diferença entre si, sendo que a quarta-feira concentrou 15% das batidas, seguida pela segunda-feira, com 14,77%, e a terça-feira com 14,26% dos registros. Aos finais de semana os números caem e o sábado detém 13,26% dos incidentes. O domingo ficou com 10,16% dos casos.
O horário foi outro ponto analisado pelo relatório que revelou a maior incidência no período da tarde, com 38,58% dos casos. Pela manhã, ocorreram 29,56% dos registros, enquanto o período noturno ficou com 26,55% das colisões. A madrugada teve o menor apontamento, com 5,30%.

Perfil do motorista – O levantamento também apresentou o comportamento dos condutores, revelando que os motoristas do sexo masculino concentram 79,35% dos acidentes, enquanto as mulheres estiveram em 20,65% das batidas cadastradas.
Quando analisada a faixa etária, o relatório demonstra que os segurados entre 27 e 36 anos lideraram a estatística, com 30,06%. Na sequência estão os condutores de 37 a 46 anos, detendo 25,36% dos números, e de 47 a 56 anos, com 16,10%. Os motoristas mais jovens, de até 26 anos, surgem no ranking, tendo 14,64% dos registros.
Os menores incidentes ocorreram entre os motoristas de 57 a 67 anos, com 10,23% dos acidentes, e a partir dos 68 anos, com 3,62%.
Comparação com o Estado de São Paulo
O Grupo registrou e atendeu, por meio dos P.A.R.E.s, 67,1 mil colisões envolvendo segurados em todo o Estado de São Paulo. As batidas seguem concentradas nos dias úteis, sendo a sexta-feira com a maior frequência (17%), e no período vespertino (39,63%). Os condutores do sexo masculino predominam nas ocorrências, com presença em 76,87% dos acidentes, e a faixa etária em primeiro lugar no ranking pertence aos motoristas de 27 a 36 anos (26,64%).

Sobre o GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE
Resultado da união estratégica entre o Banco do Brasil e a Mapfre Seguros, o Grupo Segurador Banco Do Brasil e Mapfre conta com 5.600 colaboradores, mais de 28 mil pontos de venda, incluindo corretores e agências bancárias. Possui um dos mais amplos portfólios de produtos do mercado, além de unidades de negócios especializadas, presença territorial abrangente e distribuição multicanal.
1 2 3 4